E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
Walt Disney
Vídeo: Decidi Triunfar... Walt Disney
Você é a favor do Carnaval?
Vídeo antigo, mas muito interessante sobre o carnaval.
Saiba como ajudar vítimas das enchentes em Minas Gerais

O Serviço Voluntário de Assistência Social MG (http://www.servas.org.br/) e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG), por meio do movimento Minas Solidária iniciaram em todo o Estado a campanha de solidariedade para arrecadação de doações para atendimento emergencial a famílias desalojadas e desabrigadas em mais de 80 municípios atingidos pelas chuvas.
Até o momento, são 87 municípios que se encontram em situação de emergência, mais de 9.880 pessoas desalojadas e mais de 5.000 desabrigadas, que tiveram suas casas destruídas ou danificadas e precisam de itens como leite em pó, fraldas descartáveis, material de higiene e limpeza, roupas e utensílios domésticos.
A Cedec-MG se responsabiliza pela rápida distribuição dos itens para socorro das famílias, de acordo com o mapa dos danos causados nas regiões atingidas, atualizado o tempo todo. “O Minas Solidária, constituído em 2003, mobiliza o poder público, prefeituras, entidades de classe, veículos de comunicação e a sociedade organizada, articula ações que têm como base a solidariedade humana. Esse é o espírito que dá caráter permanente ao Movimento”, lembra a presidente do Servas, Andrea Neves da Cunha.
Como fazer as doações
Podem ser doados leite em pó, fraldas descartáveis, material de higiene e limpeza, roupas e utensílios domésticos. Nos locais onde não houver unidades do Corpo de Bombeiros, as doações podem ser entregues nos Batalhões da Polícia Militar. Além das Unidades do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (www.pmmg.mg.gov.br) as doações podem ser entregues na sede do Servas, em Belo Horizonte, localizada na avenida Cristóvão Colombo, 683, Funcionários - (Telefone 3349.2400).
Doações financeiras devem ser depositadas no Banco do Brasil, C/C 64.529-X, agência 1229-7.
Robert Kiyosaki, um dos responsáveis pela bolha imobiliária americana?

Tenho visto em algumas matérias norte-americanas algumas insinuações de que Robert Kiyosaki - autor do livro Pai Rico Pai Pobre seria um dos responsáveis pela bolha imobiliária americana.
Recentemente lendo o livro Mais Tempo Mais Dinheiro de Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa este assunto veio à tona novamente.
Segue alguns trechos do livro:
Até os anos 1990, era clara a regra de que era preciso viver de forma simples e sacrificada por alguns anos, a fim de formar reservas, adquirir bom perfil de crédito e acessar as melhores e mais baratas linhas de crédito, que praticavam os juros de primeira linha, ou juros prime. A regra funcionou tão bem e gerou tamanho enriquecimento que, de repente, começou a se disseminar a idéia de que o esforço não era mais necessário. Criou-se a ilusão – disseminada até entre especialistas e gurus – de que o crescimento econômico do país era um processo tão independente e automático, que seria bobagem esperar ter acesso aos melhores juros para mudar de vida.
Com a percepção de que a valorização dos imóveis (sempre decorrente de crescimento econômico) era infinita e intensa, bem superior a qualquer juro praticado pela economia, as pessoas começaram a tomar empréstimos caros, antes de contarem com o bom perfil de crédito – pagando o chamado crédito subprime – para investir em imóveis, criando uma falsa prosperidade sustentada apenas em crenças e não riquezas. O outrora endividamento mais caro, sem lastro e especulativo. O resto da história todos conhecemos.
É interessante notar como, há alguns anos, o mais famoso livro do Robert Kiyosaki - Pai rico, Pai pobre - tornou-se best-seller no mundo inteiro com uma interessante filosofia de enriquecimento, mesmo adotando como exemplo prático dessa filosofia uma receita que, segunda a maioria de seus leitores, "só funcionava nos EUA".
A lógica de Kiyosaki consistia em endividar-se o quanto fosse possível, e usar os recursos captados para investir em imóveis. O que sustentava a teoria era o fato de que a valorização imobiliária média costumava ser muito superior aos juros mais altos praticados naquele país.
Ao cultivar a percepção de que a receita só funcionava em determinado pais, pouquíssimas pessoas foram capazes de antever que aquela filosofia estava semeando a grande bolha imobiliária que viria a estourar.
Intrigante não? Qual a sua opinião sobre este assunto?
Vídeo: Enron - Os Mais Espertos da Sala
Baseado no best-seller de mesmo nome, Enron - Os Mais Espertos da Sala é um documentário sobre um dos maiores escândalos econômicos dos EUA, em em executivos da a 7ª maior companhia do país, fugiram com mais de um bilhão de dólares, deixando os investidores e funcionários sem nada
Confira o filme completo:
Pensamento do Dia
"Talento é quando um atirador atinge o alvo que os outros não conseguem. Gênio é quando um atirador atinge o alvo que os outros não vêem"
Arthur Schopenhauer
Ronaldo Fenômeno Empresarial

Administrar é um verbo que Ronaldo sabe conjugar como poucos em seu meio. A fortuna do craque é estimada em US$ 250 milhões e não para de crescer, graças ao perfil administrativo que Ronaldo forjou ao longo de 20 anos de carreira e à maturidade que adquiriu depois de alguns tropeços. Até a sua postura diante de impulsos consumistas mudou.
“Comprar aquela Ferrari foi uma das maiores bobagens que eu já fiz”, diz ele em relação ao carrão italiano, pelo qual pagou US$ 500 mil, 12 anos atrás. Hoje, Ronaldo diz ter uma relação tranquila com o dinheiro. “Gasto muito pouco comigo. Não que eu seja pão-duro. É desinteresse mesmo. Tenho tudo”, diz. A relação tranquila com a fortuna que amealhou, e continua amealhando, não significa, porém, que Ronaldo seja displicente em relação às próprias finanças. “Aplico em fundos de perfil conservador.
Há um ano e meio passei a investir em ações e o resultado tem sido ótimo”, afirma. Ele ainda aponta os papéis que compõem sua carteira de ações. “Aplico nas tradicionais, Vale e Petrobras e outras menores.” O craque acompanha tudo de perto. Sempre que pode, entre uma concentração (que, faz questão de lembrar, ele detesta) e um jogo do Corinthians, checa no computador como andam os investimentos.
Não se mete com as despesas de casa. Dessas, Bia Antony, sua mulher, se encarrega de cuidar. “Ela não esbanja, então fico sossegado”, diz o jogador, dando uma boa risada em seguida. Com a agenda carregada que tem, repleta de compromissos ora com o Corinthians, ora com patrocinadores (AmBev, Claro, Vale e Hypermarcas, além da Nike), Ronaldo conta com a assessoria de uma equipe que cuida de seu patrimônio.
Segundo ele, são 20 profissionais entre advogados, economistas e contadores espalhados por três países: Espanha, Suíça e Brasil. A cada trimestre, Ronaldo recebe, e diz ler atentamente, relatórios financeiros enviados pelos consultores e também pelo pessoal do Bradesco, encarregado de gerir os fundos de investimento do craque no Brasil.
O lado empresarial do Fenômeno é conhecido apenas por aqueles que estão à sua volta e estes garantem: Ronaldo estipula metas, prazos para cumpri-las e cobra resultados. “Ele tem um tino comercial e uma capacidade analítica muito apurados”, descreve Fabiano Farah, empresário do jogador há oito anos.
Segundo Farah, não é exagero afirmar que, a cada ano, Ronaldo recebe mais de uma centena de propostas para se tornar sócio de algum “negócio mirabolante” com taxas de retorno “excepcionais”. “Já propuseram sociedade num negócio com retorno sobre o capital investido acima de 30% em menos de um ano”, conta Farah.
Ronaldo ouve com atenção, mostra-se realmente entusiasmado com a ideia alheia, mas só para não ser deselegante com o interlocutor. Os amigos do craque dizem que ele é capaz de demorar meses para tomar uma decisão de investimento.
“É um empresário extremamente racional e que não se impressiona com belas apresentações em Power Point”, garante Farah. Normalmente, diz ele, na primeira reunião, Ronaldo percebe se o negócio é bom ou não. Um dos lemas do craque, segundo o empresário é: “Ter uma boa ideia todo mundo tem, todos os dias.
O que faz a diferença é a capacidade de execução e de entrega.” Hoje, o maior artilheiro da história da Copa do Mundo (com 15 gols) tem participação em negócios diversificados. O edifício de seis andares, numa área de sete mil metros quadrados onde funciona a Universidade Estácio de Sá, é de Ronaldo.
“O prédio é meu e eu recebo um percentual sobre cada matrícula efetuada”, revela o jogador. Ele tem ainda 8% na holding que comanda a rede de academias A!BodyTech, com 19 unidades, espalhadas em cinco Estados, e faturamento de R$ 130 milhões previsto para este ano.
Na A!BodyTech, Ronaldo tem como sócios os empresários João Paulo Diniz (herdeiro do Grupo Pão de Açúcar), Alexandre Accioly (rei da noite carioca), o consagrado treinador de vôlei Bernardinho e o ex-banqueiro Luiz Urquiza.
O papel de Ronaldo empresário está bem definido na sociedade que ele acaba de firmar com o WPP. “Vou usar minha ampla rede de relacionamentos para promover negócios.” E, tratando-se de Ronaldo, o network é de dar inveja à mais estrelada das celebridades.
Em princípio ele minimiza, mas acaba reconhecendo o peso (sem trocadilhos) que tem. Se você ligar agora para o rei Juan Carlos da Espanha ele te atende, não é? “Acho que sim.” E se você ligar para o Bono Vox (líder da banda U2), ele também te atende na hora? “Acho que sim”, responde o camisa 9, com um ar meio encabulado.
Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br
