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Fim do mês?



Todo fim do mês é a mesma coisa: conta no vermelho, aguardando o próximo pagamento, que já está todo comprometido, de acordo com a planilha de orçamento para o mês seguinte.

São serviços essenciais, alimentação, mensalidade da escola, transporte, a fatura do cartão de crédito etc etc etc.

Você já está cansado de saber que é necessário se planejar financeiramente para garantir uma reserva de emergência e para chegar ao fim do mês sem rombos no orçamento. Mas já tentou, por todos os lados, cortar gastos e agora não tem mais onde economizar. Será?

Avaliação orçamentária
Muitas vezes, gastos que antigamente não faziam diferença no final do mês, hoje se tornam verdadeiros vilões das suas finanças e você nem percebe que são supérfluos, já que os incorporou às suas despesas.

Que tal rever planilhas antigas e refazer algumas contas? Na hora de economizar, vale abrir mão de determinados hábitos, que hoje nem fazem mais tanta diferença no seu dia-a-dia, mas cujo corte será um grande alívio no final do mês.

Chega de desperdício
Quando se fala em desperdício, logo vem a imagem de um prato de comida sendo jogado fora ou aqueles alimentos guardados que perderam a validade.

No entanto, além desse tipo de desperdício, existem outros que, muitas vezes, a gente nem percebe. Sabe aquela revista que você assinou há uns cinco anos e que hoje chega e permanece fechada por um bom tempo? Pois é, ela representa um gasto que pode ser revisado. Na época de renovação da assinatura, tente um acordo com a editora por um preço melhor ou cancele a publicação até que suas finanças estejam resolvidas.

E aquela mensalidade do clube que você frequenta "de vez em nunca"? Claro que você é sócio desde adolescente e seus filhos gostavam muito de ir à piscina no fim de semana. Hoje, seus filhos não freqüentam mais o local e você nem sabe mais o que acontece lá dentro. A mensalidade é debitada todo mês da sua conta e você nem percebe. Que tal vender o título? Além de receber uma "graninha" com a venda, ainda vai economizar, mês a mês, com as mensalidades, que eram pagas à toa.

Endividamento
Outra forma de evitar o desperdício e o endividamento é controlar as compras por impulso. Sabe aquela esteira elétrica que você tanto queria e prometeu utilizá-la todas as noites depois do trabalho? Pois é... hoje ela está lá, no meio do quarto, servindo de cabide. Mas as prestações que você fez, em dez vezes, continuam caindo, pontualmente, no dia 20 de cada mês.

Que tal pensar mais antes de fazer esse tipo de dívida? De acordo com o presidente da Abef (Associação Brasileira de Educação Financeira), Edmílson Loureiro de Lira, em entrevista à revista Fundos de Pensão, "o melhor a fazer é poupar para comprar à vista".

Além de a pessoa pensar mais antes de gastar uma grande quantia de uma só vez, ela se livra das prestações infinitas e, em caso de arrependimento ou necessidade, é possível até vender o produto, que já está totalmente pago.

Fonte: InfoMoney

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Resultado da Enquete

Em maio perguntamos: "Ao fazer um investimento, o que mais você leva em conta?"
Sugerimos na ocasião as três possibilidades abaixo. Vejam o resultado da votação.

15% - Segurança e rentabilidade
0% - Liquidez e segurança
85% - Rentabilidade e liquidez

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Dez razões pelas quais as pessoas se atolam em dívidas



Mesmo em tempos de crise, opções de crédito não faltam ao consumidor. Seja através do uso de cartão de crédito, limite do cheque especial ou das diversas linhas de antecipação de restituição de Imposto de Renda e décimo terceiro salário, muitos consumidores não resistem e acabam optando pelo financiamento de suas compras.

Neste contexto, não surpreende que um número crescente de pessoas acabe se atolando em dívidas. Abaixo tentamos identificar 10 razões que levam as pessoas a se endividarem.

§ Perda de renda sem ajuste nas despesas
Curiosamente, pode-se observar que, quando o poder aquisitivo das pessoas aumenta, elas rapidamente tendem a aumentar seu padrão de gastos, ajustando-se à nova realidade de salário. Infelizmente, a contrapartida nem sempre é verdadeira, de forma que, em geral, o consumidor não ajusta seus gastos com a mesma rapidez diante de uma retração na renda.

Acreditando que a situação seja temporária, muitas pessoas optam por equilibrar o orçamento através do levantamento de dívidas. Porém, muitas vezes o temporário se transforma em permanente, e abre-se a porta para uma situação de desequilíbrio financeiro.

§ De repente você está desempregado!
A perda do emprego pode ser vista como uma das causas para a redução de renda. O maior problema aqui é subestimar o tempo e os custos associados à recolocação profissional, que podem inclusive acabar elevando padrões de gastos temporariamente. Nesta hora é importante não se abalar emocionalmente e agir rápido. Por mais que cortar gastos seja a última coisa que passe pela sua mente, ela deve ser, na verdade, a primeira providência a tomar.

Não se esqueça que muitas empresas evitam contratar pessoas com nome sujo. A razão por trás disso é simples: a preocupação com o gerenciamento financeiro das suas contas acaba prejudicando o desempenho do profissional.

§ Despesas médicas podem acabar com sua saúde
Não são poucos os casos de pessoas que acabam sofrendo problemas de saúde, e por isso são forçadas a gastar com o tratamento, ou a se ausentar do trabalho. Por este motivo, sobretudo no caso de profissionais liberais e autônomos, vêem-se diante de dificuldades financeiras.

Nestas horas, levantar um financiamento pode ser a única alternativa para fazer o tratamento de saúde, ou para manter o pagamento das contas em dia, e assim evitar a inadimplência.

§ Divórcio: separação de bens, mas não de gastos
Mesmo que você não esteja casado, basta que se encontre em uma relação estável, para que possa ser atormentado pela realidade da divisão de bens, e até mesmo pagamento de pensão ao ex-cônjuge/companheiro.

De repente a pessoa passa de uma situação em que podia contar com a outra para dividir os gastos, para a realidade de não só ter que arcar com eles sozinha, mas ainda ter que partilhar parte de seu rendimento, ou patrimônio.

Isso sem falar, é claro, dos custos associados ao processo em si. Dependendo como se deu a separação, além de gastar com advogado, é possível que surja a necessidade de outros tratamentos, para possíveis traumas psicológicos, por exemplo.

§ Jogos e outros vícios
Ainda que o jogo seja ilegal no País, não há como negar sua existência. Infelizmente, muitas pessoas acabam viciadas, perdendo completamente o controle dos seus gastos.

Em alguns casos, o jogo é apenas uma entre outras formas de vícios, que vão desde o consumo compulsivo até a dependência química por drogas. Os efeitos ao orçamento não precisam ser comentados.

§ Gastando aquilo que não recebeu
Não são poucos os casos em que isso acontece. Englobam filhos que antecipam o recebimento de bens ainda em inventário, ou profissionais que adiantam o recebimento de férias, décimo terceiro, ou bonificação anual extra.

Em algumas situações, contudo, esses recursos acabam não sendo recebidos, ou ficam abaixo do previsto, fazendo com que seja preciso levantar dívidas para arcar com os gastos antecipados.

§ Incapacidade de administrar dinheiro
Poucas pessoas investem tempo na gestão do seu orçamento e sabem para onde vai o seu dinheiro. Assim, a maioria acaba gastando mais do que pode. Um erro bastante freqüente é incluir o limite do cartão de crédito e/ou cheque especial como parte integrante da renda.

Não se esqueça que, ao contrário do rendimento de salário, estes recursos implicam em juros, e devem ser usados com cautela. Coloque no papel seus gastos e receitas e adote uma postura mais responsável com relação às suas decisões de consumo. Evite consumir por impulso! Você vai se surpreender ao verificar como é gratificante ter suas finanças equilibradas.

§ Dificuldade de poupar
A forma mais simples de evitar o endividamento é efetivamente poupar e formar uma reserva para situações de emergência. Apesar disso, a maior parte das pessoas, independente de faixa de renda, encontra dificuldades em estabelecer uma estratégia de poupança. É exatamente esta reserva que permite que você não se endivide caso fique doente, perca o emprego ou venha a se separar.

Lembre-se que é mais fácil encontrar pessoas arrependidas de terem consumido por impulso do que reclamando de que deixaram de consumir para poupar. Não é preciso muito para começar: sempre é possível separar 5% do que você ganha para investimento, basta adiar por algum tempo outro gasto menos essencial. É como reeducação alimentar, depois de algum tempo você se acostuma com os novos hábitos de consumo e se sente orgulhoso por isso.

§ Quando falar sobre dinheiro é tabu
Este é um problema que aflige muitas famílias. É importante que tanto o casal, e eventualmente os filhos, participem, na medida do possível, do estabelecimento de metas e objetivos de poupança e investimento. Se todos se mantiverem informados, é mais fácil comunicar quando um dos membros adota um padrão de gastos que não está de acordo com o orçamento!

Nestes casos, a transparência é muito importante. Todos precisam ser honestos e objetivos, caso contrário, as chances de você se surpreender no final do mês com uma conta absurda de celular do seu filho, ou de cartão de crédito da sua filha, são enormes.

§ Analfabetismo financeiro
Esta forma de analfabetismo atinge até mesmo os países mais desenvolvidos, onde uma parcela significativa da população é incapaz de gerir suas contas. Independente do grau de instrução, muitas pessoas simplesmente não apreciam a importância do planejamento financeiro.

No Brasil, pode-se dizer que existe uma herança claramente negativa do período hiper-inflacionário. Isso porque, diante de uma inflação mensal que chegou a superar 50%, o planejamento financeiro de longo prazo se tornava impossível.

Se você faz parte deste grupo de pessoas, está na hora de investir na sua educação. Assim como em qualquer outra área de ensino, o planejamento financeiro exige treinamento. A boa vantagem é que já existe muito material publicado sobre o tema, que pode ajudá-lo rapidamente a se tornar proficiente neste assunto.

Fonte: InfoMoney

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Chega de Impostos!



Duzentos e sessenta veículos da capital paulista foram abastecidos nesta segunda-feira, 25, com o litro de gasolina 40% mais barato que o preço médio de mercado. A redução, equivalente à porcentagem de impostos cobrados sobre o combustível, fez parte da campanha Dia da Liberdade de Impostos, que ofereceu em postos de gasolina credenciados - em São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte - a gasolina por R$ 1,4624, enquanto o preço médio chega a R$ 2,399. De acordo com um dos organizadores da campanha, o advogado Ricardo Salles, as 260 senhas distribuídas em São Paulo para o abastecimento com gasolina sem Cide, PIS, Cofins e ICMS acabaram em 40 minutos.

Na capital paulista, o posto credenciado foi o Centro Automotivo Portal das Perdizes (bandeira Ipiranga), na Avenida Sumaré. Cada motorista teve direito a uma cota máxima de 25 litros até as 16h, quando a campanha terminou. A diferença no preço do combustível foi financiada pelas entidades organizadoras do protesto. "Ao todo, disponibilizamos 6 mil litros", afirmou Salles.

A campanha foi organizada pelo Instituto Ludwig von Mises Brasil (batizado em homenagem ao economista grande defensor da liberdade econômica) e por ONGs de defesa da cidadania. A escolha do dia 25 de maio foi simbólica. "A data foi escolhida para lembrar o dia exato em que o brasileiro encerra o período do ano em que só trabalha para pagar tributos", explica Salles. Segundo seus cálculos, o brasileiro tem de trabalhar 145 dias (de 1.º de janeiro a 25 de maio) apenas para pagar tributos governamentais. "A ideia foi permitir que a população perceba o quanto os gastos governamentais pesam no bolso. A sobrecarga tributária impede o crescimento econômico e quem sofre mais são as pessoas com menor renda."

Sobre o preço da gasolina incidem Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), tributos federais que correspondem a 13% do valor final do produto. O consumidor paga ainda ao governo estadual o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), igual a 32% do preço.

Em outros Estados, as filas também se repetiram. Em Belo Horizonte, o primeiro motorista chegou à 1h da madrugada ao posto de gasolina credenciado. No Rio Grande do Sul, os dois postos que ofereceram gasolina sem impostos abasteceram cerca de 400 veículos. No Rio de Janeiro, a fila congestionou o trânsito na rua em que o posto credenciado distribuía senhas.

Impostômetro

Também em protesto contra a carga tributária brasileira, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) chamou a atenção nesta segunda para o Impostômetro, placar que indica no centro de São Paulo quanto o cidadão pagou de impostos desde o início do ano. O medidor chegou às 15h16 à marca de R$ 400 bilhões de impostos federais, estaduais e municipais. No ano passado, o placar passou da marca de R$ 1 trilhão em tributos.

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Fonte: Estadão

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Poupar Para Quê?


Como encontrar motivação para investir e realizar todos os seus sonhos mantendo a disciplina para aplicar todo mês no longo prazo
Por Gustavo Cerbasi

Para quem quer colocar em prática um plano de investimentos de longo prazo, são necessários, além de dinheiro, três importantes ingredientes: boa informação, foco no longo prazo e disciplina para seguir um plano promissor para o futuro.
Coloco o dinheiro como um ingrediente de menor importância, pois longo prazo e boa informação viabilizam um plano de sucesso mesmo para quem tem pouco para investir.

Na prática, encontrar motivação é o mais relevante para manter a disciplina durante muito tempo até alcançar seus objetivos. Por mais que se trate de construção de riqueza, não é desprezível o conflito entre abrir mão do bem-estar de hoje para garantir o do futuro. Como a satisfação imediata repercute mais intensamente em nossas emoções, é preciso dar maior clareza aos benefícios futuros para conseguir desistir da riqueza imediata. O primeiro passo, portanto, é perseguir sonhos. Não números. Tende a conseguir maior motivação quem guarda dinheiro para a casa dos sonhos, o casamento, a faculdade dos filhos ou garantir uma determinada renda na aposentadoria. E não quem busca acumular dinheiro só pelo dinheiro.

É preciso também ter uma visão do plano de investimentos como um todo. Quanto poupar por mês? Durante quanto tempo? Qual objetivo a atingir? Como o crescimento dos investimentos é exponencial, o resultado só é perceptível próximo ao final do plano. Se o investidor não estiver consciente do esforço a realizar e dos resultados pífios a atingir nos primeiros anos, tenderá a desistir da sua estratégia após pouco tempo.

É comum me perguntarem qual o melhor investimento para começar um bom plano. Na prática, nenhum investimento será motivante no início, todos gerarão rendimentos nominais muito próximos, seja uma caderneta de poupança, seja um fundo de renda fixa ou de ações.

Planos de previdência privada são boa alternativa para garantir a disciplina. Você já define na contratação do produto a renda que deseja para o futuro e o próprio mecanismo do plano se encarrega de sacar mensalmente da sua conta o valor programado. Os planos empresariais costumam garantir a disciplina por meio de prazos de carência, em que o trabalhador gradativamente adquire direitos maiores sobre uma reserva formada pela empresa à medida que permanece empregado.

Os que se sentem confortáveis em selecionar seus próprios investimentos podem abrir mão das ainda elevadas taxas de carregamento da maioria dos planos de previdência e adotar o conveniente serviço de aplicações programadas, oferecido por muitos dos grandes bancos. Basta informar, através da internet ou do seu gerente, a quantia a sacar todos os meses.

Ao colocar em prática um plano pessoal, sugiro ainda ignorar o saldo total de seus investimentos. Ele não diz nada. O que vale para um projeto de independência financeira é o quanto você ganha com ele, o rendimento de suas aplicações depois de pagar impostos e descontar a inflação no mês. Ao manter aplicações regulares com disciplina, você perceberá que cada mês a mais significará um aumento em seus rendimentos. Significará também uma proximidade maior com o dia em que esses rendimentos serão suficientes para sustentar sua família. Prefira, sempre, referências que você possa acompanhar entre intervalos curtos de tempo. Assim, certamente, você realizará seus sonhos.

Fonte: Você S/A.

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Faces do Desperdício



Somos uma nação com clima, solos, riquezas naturais e minerais de dar inveja a qualquer país de primeiro mundo.

Temos matéria-prima para a industrialização de inúmeros produtos no exterior. Somos um país certo no lugar exato, um país realmente bonito por natureza e produtivo por excelência.

O Brasil de 177 milhões de habitantes tem reconhecimento internacional, seja na produção agrícola ou nas indústrias. Uma nação emergente, um gigante que não está mais adormecido. Na verdade, somos um "golias" que tem incomodado muitos países adeptos aos subsídios para a produção.

Uma boa demonstração da nossa eficiência produtiva vem das lavouras espalhadas por este "rincão sem fim".

Um exemplo é a produção de grãos. Nas últimas safras, as lavouras brasileiras produziram 115,2 milhões de toneladas de produtos como milho, soja e feijão. Uma colheita farta e cheia de bons frutos. Para se ter uma idéia da capacidade brasileira de produzir no campo, nos últimos 13 anos a área plantada no Brasil cresceu 12% e a produção física, 99%, ou seja, a produtividade no campo aumentou 74%. Isso significa que produzimos mais em uma área que pouco cresceu.

O resultado desse crescimento alimentar é explicado pelas tecnologias aplicadas no campo. Desde pesquisas elaboradas nos mais importantes laboratórios de empresas especializadas no ramo até o uso de equipamentos modernos de plantio e colheita. São máquinas computadorizadas, guiadas por satélites e que, no fim do dia, emitem o resultado da colheita dando números precisos sobre a quantidade de grãos colhidos. Uma tecnologia comparada à mesma utilizada em países como Estados Unidos e Austrália.

Na produção de carne o Brasil é também uma potência. Em 2002, o país produziu 17,2 milhões de toneladas de carne ( bovina, suína e aves ) e a quantidade exportada superou a casa dos de três bilhões de dólares.
Toda essa atividade, conhecida como agronegócio, representou 29% do Produto Interno Bruto, o que gerou mais de R$ 424 bilhões. O agronegócio brasileiro gera hoje 37% do total dos empregos e 41% do total de exportações nacionais.

Mas no Brasil, que tem condições de produzir alimento para o mundo, existe um contraste grotesco e que em muitas vezes nos deixa envergonhados. Ao mesmo em tempo que estamos produzindo no campo, criamos condições que levam diariamente para o lixo milhares de produtos que poderiam alimentar quem sofre com a fome no país.

Todo santo dia, 39 mil toneladas de comida em condições de alimentar um ser humano alimentam uma outra boca, a do lixo. O desperdício é gerado em restaurantes, mercados, feiras, fábricas, quitandas, açougues e até mesmo dentro de nossa própria casa. O que se joga fora, é suficiente para dar café, almoço e jantar diariamente a 19 milhões de pessoas.
Enquanto muita comida é jogada no lixo, mais de 44 milhões de brasileiros vivem na linha da miséria. Do total, quase 20% de toda essa gente efetivamente passa fome no Brasil.

Fonte: Revelação On-Line

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Aprendendo a Investir em Ações: Tipos de Fundos


Continuando a apresentação do tópico fundos de investimentos, onde no artigo passado repassamos algumas Dúvidas sobre Fundos de Investimentos, hoje mostramos os principais tipos de fundos.

Fundos Referenciados
Fundos referenciados são aqueles que adotam uma administração passiva, ou seja, o fundo busca replicar a performance de determinado indicador. Os fundos referenciados devem ser compostos por no mínimo 95% de ativos de renda fixa que acompanham o desempenho de um único indicador escolhido pelo administrador, como o CDI ou o dólar. Pelo menos 80% da sua carteira deve ser aplicada em títulos públicos federais ou ainda títulos de empresas privadas, que apresentem baixo risco de crédito. Estes fundos não podem possuir uma posição que comprometa seu patrimônio em operações futuras, evitando possibilidades de perdas. Fazem parte deste grupo:

· Fundos DI - Estão totalmente atrelados à variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) no prazo de um dia. A indexação é feita por meio de derivativos financeiros, como swap de taxas, 95% da sua carteira acompanha a variação do CDI e a taxa Selic, o que garante baixíssimo risco para o investidor. São fundos que acompanham a taxa de juros, sendo indicados para cenários cuja expectativa é de alta da taxa de juros.
· Fundos Cambiais - Buscam proteger a moeda nacional contra eventuais desvalorizações. Aplicam em títulos de renda fixa corrigidos pelo dólar, como NTN- C (Notas do Tesouro Nacional Cambiais) e export notes. Instrumentos de derivativos como swap de dólar também são permitidos. É indicado para quem possui dívidas em dólar ou quem acredita na desvalorização da nossa moeda.
· Outros - Buscam acompanhar qualquer parâmetro de performance que não os dos mercados de câmbio (variação do dólar) ou de juros de curto prazo (CDI). Para isso, irá investir em qualquer classe de ativos com o objetivo de acompanhar as variações do parâmetro de performance escolhido.

Renda Fixa
Os Fundos de Renda Fixa buscam retorno através do investimento de seu patrimônio diretamente em diversos títulos do mercado, como títulos públicos federais, CDB's, debêntures, entre outros. Todo o patrimônio líquido dos FIF's pode ser alocado em títulos públicos federais. Conforme norma do BACEN, sua carteira não pode ultrapassar 49% dos investimentos em ações e cotas de fundos de ações. O percentual da carteira em títulos emitidos por uma mesma pessoa jurídica, sociedades por ela controladas ou coligadas deve ser de no máximo 10% do patrimônio. As aplicações em papéis de uma única instituição financeira ou coligadas não podem representar mais do que 20% dos recursos. Os FAC's aplicam seu patrimônio em cotas de diferentes FIF's, portanto, preferem aplicar em cotas de fundos diversos inclusive de outras instituições. A carteira de fundos é composta basicamente por CDB's de diversas instituições e títulos públicos pré e pós fixado, variando de acordo com a estratégia do gestor.

· Renda Fixa Crédito - Este fundo diferencia-se do Renda Fixa apenas pela possibilidade de investimentos com risco de crédito acima do limite previsto na legislação dos "não referenciados". O fundo investe em título de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, excluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preços, de moeda estrangeira ou de renda variável (ações, opções, etc).
· Renda Fixa Multi-Índices - Busca retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço. Inclui-se nesta categoria os fundos de renda fixa com risco de indexadores (fundos IGPM, etc) sem alavancagem, entre outros.
· Renda Fixa Alavancado - Buscam retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço, excluindo-se, porém, investimentos que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações, etc). Diferencia-se dos fundos de renda fixa multi-índices apenas pela possibilidade de fazer alavancagem.

Fundos Balanceados
São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos.
Procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e através de deslocamentos táticos entre as classes de ativos ou estratégia explícita de rebalanceamento de curto prazo, não se utilizando de alavancagem.

· Sem alavancagem, sem Renda Variável - São fundos regulamentados pelo Banco Central que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, exceto renda variável. Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, não se utilizando de alavancagem.
· Sem alavancagem com Renda Variável - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, incluindo renda variável. Procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e não se utilizam de alavancagem. Estes fundos não têm explicitado o mix de ativos com o qual devem ser comparados e podem, inclusive, ser comparados a parâmetro de desempenho que reflita apenas uma classe de ativos.
· Com alavancagem, sem Renda Variável - São os fundos regulamentados pelo Banco Central que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, exceto renda variável. Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, podendo inclusive se utilizar de alavancagem.
· Com alavancagem com Renda Variável - Classificam-se neste segmento os fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM que busquem retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, câmbio, por exemplo) incluindo renda variável (ações, etc.). Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, podendo também se utilizar de estratégias que impliquem em alavancagem dos recursos.

Fundos de Investimento no Exterior
Fundos com objetivo de investir preponderantemente em títulos representativos da dívida externa de responsabilidade da União.

Fundos de Ações Indexadas
São chamados fundos de ações passivos porque têm suas carteiras atreladas a um benchmark, com o objetivo de acompanhar o comportamento deste índice. A carteira desses fundos, portanto, é bem parecida com a composição do índice escolhido.
· IBOVESPA - Fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, tem como objetivo de investimento é acompanhar comportamento do Ibovespa.
· IBX - Fundos regulamentados pelo Banco Central ou CVM, cujo objetivo de investimento é acompanhar o comportamento do IBX.

Fundos de Ações Ativos
Procuram atingir rentabilidade superior ao benchmark indicado, que pode ser o IBOVESPA, IBA ou IBX. Os administradores normalmente mencionam no regulamento o mecanismo que será utilizado para atingir tal rentabilidade.
· IBOVESPA - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o Ibovespa.
· IBOVESPA com alavancagem - São fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o Ibovespa. Esses fundos podem realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio.
· IBX - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBX.
· IBX com alavancagem - São fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBX. Esses fundos podem realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio.
· IBA - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBA. Não admitem alavancagem.

Fundos de Ações Setoriais
Estão classificados nas seguintes categorias:
· Sem Alavancagem - Classificam-se neste segmento os fundos de ações abertos que não se enquadrem em nenhum dos segmentos.
· Com Alavancagem - Classificam-se neste segmento os fundos de ações abertos que não se enquadrem em nenhum dos segmentos.

Fundos de Ações Fechados
São fundos fechados, com um determinado número de cotista que permanecem no fundo por um período de tempo previamente estabelecido, no qual neste período o fundo não emite nem compra cotas, com isso, o cotista que optar por sair do fundo terá que colocar outro em seu lugar.

Fundos de Investimento Imobiliário
Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores, com o objetivo de aplicar recursos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos.

Como avaliar o desempenho dos fundos?
É possível avaliar o desempenho dos fundos através dos indicadores:
- Transparência: o prospecto e o regulamento do Fundo são os instrumentos básicos de informação no momento inicial do investimento. É obrigação dos administradores de recursos fornecerem todo o tipo de informação relevante para o cotista em especial: todas as taxas e despesas cobradas do cotista, condições de emissão e resgate de cotas, objetivos e política de investimentos do fundo, abertura periódica da composição da carteira, a política de investimento dos fundos, os riscos envolvidos e os principais direitos e responsabilidades dos gestores e investidores.
- Índice Sharpe: relaciona o retorno/risco em um investimento. Deve ser utilizado para comparar fundos de uma mesma categoria; quanto maior o retorno e menor o risco, melhor será o Índice Sharpe; e quanto maior for este índice melhor será a relação retorno/risco.
- Volatilidade: dispersão positiva ou negativa em relação as médias das rentabilidades diárias. Um investimento com alta volatilidade deve ser considerado como de maior risco.
- Benchmark: indicador que é referência de performance que cada fundo busca acompanhar. Os fundos de Renda Fixa costumam ter como ponto de referência o CDI, tendo a meta de obter resultados iguais ou superiores à taxa do CDI. Já os fundos de Renda Variável possuem como principal benchmark o Índice Bovespa, buscando alcançar a rentabilidade anual igual ou maior que o IBOVESPA.
- Alavancagem: a alavancagem ocorre quando o gestor assume obrigações maiores do que o patrimônio do fundo. O regulamento de cada fundo preceitua quanto é o limite de alavancagem de cada fundo.
- Histórico do gestor e do Fundo: a evolução do valor das cotas do fundo é um bom parâmetro para se tornar como base na escolha de um fundo de investimento, lembrando que política de gestão praticada, o gestor e procedimentos de análises no período atual não são garantidas pelas rentabilidades passadas.

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É possível perder tudo com ações?


Este é um trecho do livro Bem-Vindo à Bolsa de Valores, um livro de linguagem simples que ensina de maneira clara como investir em ações.

Perder tudo é realmente preocupante. "Afinal, aplicar o dinheiro na Bolsa de Valores é um investimento dos mais arriscados!", como muitos dizem. Mas posso lhe afirmar uma coisa: a dor de perder tudo é igualmente proporcional à dor de pagar as contas de todos os meses, e continuar com nada.

O lado bom é que você não corre tanto esse risco, pelo menos não de uma só vez, ou de um dia para o outro. Desde que sejam observados alguns detalhes, e tomados alguns cuidados, você pode enfrentar tranquilamente um momento ruim de mercado com um percentual pequeno de perda.

Voltando a falar sobre o medo de perder tudo, você já perdeu tudo alguma vez na vida? Não? Tem certeza? Que sorte! Então responda algumas perguntas simples:

- Onde foi parar o seu salário do mês passado?
- O que você fez com o seu último décimo terceiro? E com os anteriores?
- Onde você guardou aquela bonificação pelas horas extras que trabalhou?
- E o dinheiro que você está recebendo por ter sido promovido?
- E quando aquele parente pagou o que lhe devia, onde usou este capital?

Para muitos a resposta foi "não sei!". Para outros, seria "gastei com...". Então você já perdeu tudo! E corre o risco de estar repetindo isso mês após mês. Por quanto tempo pretende continuar assim?

Veja o que é curioso: você recebe um salário "x" todo mês, paga suas contas, prestação do cartão de credito, supermercado, gasolina, com o restante faz umas comprinhas, e fecha o mês sem nada.
Quanto houve de aumento de capital disponível no seu caixa? Nada ou quase nada. Quanto houve de sobra para que possa juntar e aplicar em algo seu, realmente seu, que lhe traga um retorno maior um dia?

Se você tivesse poupado 20 ou 30% somente dos extras que recebeu (veja que nem estamos falando no seu salário fixo mensal), e encaminhado essa quantia para sua conta de investimentos, quanto você teria agora? Percebe a diferença? Por piores que tivessem sido as escolhas e acontecimentos com os seus investimentos, ainda assim você teria grande parte desse capital poupado.

Existem inúmeras formas de gastar nosso dinheiro. Mesmo sem perceber, temos gravado em nosso subconsciente o desejo de gastar. Não é natural termos dinheiro sobrando. As razões para consumir vão surgir, e uma vai sempre aparecer mais tentadora e justificável que a outra.

Então que tal começar, a partir de hoje, a se preocupar mais em economizar 10 ou 20% da sua renda mensal, e menos em gastá-la instantaneamente? Quando você se der conta, vai ter acumulado uma boa quantia para dedicar aos seus investimentos, que provavelmente teria sido gasta com coisas desnecessárias.


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Vídeo: Investimentos

Segue abaixo um excelente vídeo do autor Gustavo Cerbasi, o qual já citamos no blog o artigo do seu livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos.

Este vídeo foi feito durante a Expo Money de Salvador em 2009 e possui alguns ensinamentos valiosos.

Segue um trecho retirado do vídeo:
"As pessoas por razões históricas, por termos crescido num ambiente de inflação, as pessoas tem a sensação de que equilíbrio financeiro é estar com as contas em dia, ou empatadas, ou seja, gastar tudo o que se ganhou e não ter pendência, não ter dívidas.
Na verdade as pessoas não estão percebendo que num mundo do trabalho as carreiras estão ficando cada vez mais curtas e a vida está ficando cada vez mais longa, então dinheiro que se ganha com qualquer tipo de trabalho não é pra manter o mês, é pra manter a vida."

Confira o vídeo:


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Aprendendo a Investir em Ações: Dúvidas sobre Fundos de Investimentos



Apresentamos os fundos de investimentos no artigo Como Comprar Ações, e também em Vídeo. Hoje detalhamos as principais dúvidas relacionadas a este tema.

Por que investir em Fundos?
Os fundos são uma alternativa fácil e prática para investir. Eles permitem aos investidores diversificarem o portfólio e participarem de mercados complexos e avançados.
Quando aplica em um fundo o investidor transfere a gestão da carteira para um especialista, que acompanha e analisa o mercado diariamente em busca de boas oportunidades de investimento. Este trabalho demanda tempo, experiência. Normalmente, os investidores não são especialistas nas operações do mercado financeiro e, também, não têm tempo para administrar os recursos. Com isso, a melhor alternativa acaba sendo investir em fundos.

Quais os riscos de se investir em Fundos?
Os fundos podem se expor em maior ou menor grau a alguns tipos de risco, dentre os quais os principais são o risco de crédito e o risco de mercado.
O risco de crédito está associado a capacidade do emissor do ativo honrar seu compromisso financeiro, bem como a contraparte da operação de compra ou venda do ativo não cumprir a operação previamente realizada.
O risco de mercado está relacionado a oscilações no valor diário dos ativos que compõem as carteiras dos fundos, em virtude de alterações dos diversos fatores que influenciam determinado mercado.
Portanto os fundos de investimentos podem apresentar rentabilidade negativa. Ao aplicar em um fundo com perfil agressivo, os administradores buscam alcançar a maior rentabilidade, assumindo um maior risco. Desta forma, a ocorrência de algum evento político ou econômico pode levar a uma rentabilidade negativa.

Quem administra os Fundos?
Os fundos são administrados por instituições financeiras devidamente autorizadas pelo Banco Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários a administrarem recursos captados junto ao público na forma de fundos.
A política de investimento do fundo, que estabelece as operações que podem ser realizadas em sua carteira, é determinada pelo administrador, definida em seu regulamento, e deve ser aceita por todos os investidores.
A composição da carteira de um fundo sempre deve ser compatível com sua política de investimento.

Quais são os órgãos reguladores dos Fundos?
O Conselho Monetário Nacional (CMN) é o órgão que autoriza a criação e o funcionamento dos fundos, mas o controle e o acompanhamento da gestão será feito pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou pelo Banco Central do Brasil (Bacen), dependendo da composição e política de investimento do fundo. O Bacen é o responsável pela regulação e fiscalização dos fundos de renda fixa, já a CVM é responsável pela regulação e fiscalização dos fundos de renda variável.

O que determina a rentabilidade de um Fundo?
A rentabilidade do fundo dependerá da variação dos ativos que compõe sua carteira, que deverá ser compatível com a política de investimento prevista no regulamento desse fundo.
Quando comparamos fundos da mesma categoria, ou seja, que possuem políticas de investimento semelhantes em relação à composição de suas carteiras, a rentabilidade irá depender da taxa de administração cobrada, que varia de acordo com o fundo e a instituição.

Quais as taxas cobradas?
- Taxa de administração: é a remuneração cobrada pela instituição administradora pelo serviço de gestão e custódia dos recursos. A porcentagem cobrada deverá ser informada no regulamento do fundo. Essa taxa é calculada diariamente sobre o patrimônio líquido do fundo, independente do resultado do mesmo.
- Taxa de performance: é uma taxa extra, cobrada pelo administrador sobre uma parcela da rentabilidade do fundo, que exceder a variação de um determinado índice previamente estabelecido.

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Brasileiro passará quase metade da vida pagando impostos



Através do artigo Feliz Ano Novo mostramos que o nosso ano começou agora em maio. Hoje apresentamos quanto tempo da vida utilizaremos para pagar os impostos.

O Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), divulgou pesquisa apontando que o patrão é um perdulário. De acordo com o instituto, o Governo Lula, no primeiro trimestre deste ano, gastou R$ 3,2 bilhões a mais em custeio da máquina pública que no mesmo período do ano passado. Seria um crescimento de 23,5% em despesas como luz, telefone, gasolina, material de escritório, cafezinho, passagens aéreas, etc.
O aumento de investimentos públicos (este sim um gasto sadio) ficou em apenas R$ 783,7 bilhões.
Em termos percentuais, o governo usa 1% do PIB para investimentos e o dobro (1,99% do PIB) em custeio.

“Não há dúvida de que o governo é gastador”, diz Mansueto Almeida, economista do Ipea responsável pelo estudo.

O IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) diz que cada brasileiro nascido em 2008 está condenado a passar quase metade da vida trabalhando para pagar impostos. E faz um histórico interessante sobre a relação expectativa de vida/carga tributária:

Em 1900, a expectativa de vida era de 33,4 anos e a expectativa de pagamentos de tributos era de 3,92 anos. Em 2008, a expectativa de vida do brasileiro subiu para 72,3 anos. Desse período de vida, ele trabalhará 29,3 anos apenas para pagar impostos.

Veja o que diz o IBPT sobre a evolução recente da carga tributária:

“Em 2003, do seu rendimento bruto, o contribuinte brasileiro teve que destinar em média 36,98% para pagar a tributação sobre os rendimentos, consumo, patrimônio e outros. Em 2004 comprometeu 37,81%, em 2005 destinou 38,35%, em 2006 destinou 39,72%, em 2007 comprometeu 40,01% e em 2008, 40,51% do seu rendimento bruto se destinará para o pagamento de tributos. Assim, no ano em curso, dos 12 meses do ano, o cidadão tem que trabalhar 4 meses e 27 dias somente para pagar toda esta carga tributária.”

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Doe Calor!


Teve início a Campanha do Agasalho "Doe Calor 2009", promovida pela Prefeitura Municipal de Curitiba, pelo Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC) e pela Fundação Ação Social (FAS).

Este ano a campanha pede mais pela doação de cobertores, que, segundo afirma a presidente do IPCC, Helena Pereira Oliveira, é o item mais requisitado pelas famílias nas comunidades. "As pessoas pedem mais pelos cobertores que são divididos entre seus familiares", afirma.

A campanha vai até o dia 31 de agosto e os cobertores e agasalhos arrecadados ajudarão a esquentar o inverno de mais de 50 mil famílias curitibanas. As doações podem ser feitas nos postos de coleta listados no site do IPCC

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