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Dia do Trabalho - Saia da Matrix

As pessoas têm medo de ficar sem dinheiro e em vez de enfrentar o medo, reagem emocionalmente em vez de pensar, não seja mais um, saia da matrix.
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Robert Kiyosaki, um dos responsáveis pela bolha imobiliária americana?




Tenho visto em algumas matérias norte-americanas algumas insinuações de que Robert Kiyosaki - autor do livro Pai Rico Pai Pobre seria um dos responsáveis pela bolha imobiliária americana.

Recentemente lendo o livro Mais Tempo Mais Dinheiro de Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa este assunto veio à tona novamente.

Segue alguns trechos do livro:

Até os anos 1990, era clara a regra de que era preciso viver de forma simples e sacrificada por alguns anos, a fim de formar reservas, adquirir bom perfil de crédito e acessar as melhores e mais baratas linhas de crédito, que praticavam os juros de primeira linha, ou juros prime. A regra funcionou tão bem e gerou tamanho enriquecimento que, de repente, começou a se disseminar a idéia de que o esforço não era mais necessário. Criou-se a ilusão – disseminada até entre especialistas e gurus – de que o crescimento econômico do país era um processo tão independente e automático, que seria bobagem esperar ter acesso aos melhores juros para mudar de vida.

Com a percepção de que a valorização dos imóveis (sempre decorrente de crescimento econômico) era infinita e intensa, bem superior a qualquer juro praticado pela economia, as pessoas começaram a tomar empréstimos caros, antes de contarem com o bom perfil de crédito – pagando o chamado crédito subprime – para investir em imóveis, criando uma falsa prosperidade sustentada apenas em crenças e não riquezas. O outrora endividamento mais caro, sem lastro e especulativo. O resto da história todos conhecemos.

É interessante notar como, há alguns anos, o mais famoso livro do Robert Kiyosaki - Pai rico, Pai pobre - tornou-se best-seller no mundo inteiro com uma interessante filosofia de enriquecimento, mesmo adotando como exemplo prático dessa filosofia uma receita que, segunda a maioria de seus leitores, "só funcionava nos EUA".

A lógica de Kiyosaki consistia em endividar-se o quanto fosse possível, e usar os recursos captados para investir em imóveis. O que sustentava a teoria era o fato de que a valorização imobiliária média costumava ser muito superior aos juros mais altos praticados naquele país.

Ao cultivar a percepção de que a receita só funcionava em determinado pais, pouquíssimas pessoas foram capazes de antever que aquela filosofia estava semeando a grande bolha imobiliária que viria a estourar.


Intrigante não? Qual a sua opinião sobre este assunto?

Faça o seu Dinheiro Trabalhar Para Você



Através do artigo Dia do Trabalho – Saia da Matrix, paramos para pensar sobre o trabalho e o dinheiro, e sentimentos como ambição e medo.
Hoje apresentamos a primeira lição do livro Pai Rico Pai Pobre, escrito por Robert Kiyosaki, esta lição é reforçada no livro Independência Financeira.

Lição 1: Os ricos não trabalham pelo dinheiro.
Eles usam o cérebro. Aprenderam a estar sempre pensando, a observar e descobrir o que podem fazer com as "oportunidades" para ganhar muito.

É o medo que faz a maioria das pessoas trabalhar num emprego. O medo de não pagar as contas. O medo de ser mandado embora. O medo de não ter dinheiro suficiente. O medo de começar de novo. Esse é o preço de aprender uma profissão ou habilidade e então trabalhar pelo dinheiro. A maioria das pessoas se torna escrava do dinheiro.
Se existe o medo de não ter dinheiro suficiente, em vez de sair correndo para procurar um emprego a fim de ganhar algum, as pessoas deveriam se perguntar: "Um emprego seria, no longo prazo, a melhor solução para esse medo?" Na verdade, Não. Um emprego é na verdade uma solução de curto prazo para um problema de longo prazo.
Você tem que aprender a dominar o poder do dinheiro. Aprender a não ter medo do dinheiro. Se não aprender isso se tornará escravo do dinheiro. Se não cuidar do medo e do desejo e não ficar rico, será apenas em escravo bem pago.
A causa principal da pobreza e das dificuldades financeiras está no medo e na ignorância, não na economia, no governo ou nos ricos.

É o medo e a ignorância que instalamos em nós mesmos que mantém as pessoas presas na armadilha. Um carro novo, uma lancha, uma casa grande para impressionar os amigos são medos e desejos que empurram para fora da porta, fazendo com que caiam na armadilha.
Viver uma vida determinada pelo montante de seu contracheque não é realmente viver.
Pensar que um emprego o fará se sentir seguro é mentir para si mesmo.
É cruel e é a armadilha que deve ser evitada, se possível. Não deixem o dinheiro dominar sua vida. É a ignorância sobre o dinheiro que causa tanta ambição e tanto medo.

Escolha o que pensar em vez de reagir às emoções O pensamento o levaria a dedicar tempo, fazendo a si mesmo as perguntas:
- "Trabalhar com mais afinco seria a melhor solução para esse problema?", e
- "O que eu estou perdendo aqui?"
Essas perguntas interrompem o pensamento emocional e leva a pensar com clareza.

"Os pobres e a classe média trabalham pelo dinheiro.
Os ricos fazem o dinheiro trabalhar para eles."


Os ricos sabem que o dinheiro é uma ilusão. É uma ficção.
Procure esquecer o mais cedo possível que precisa de um contracheque, pois tornará mais fácil a sua vida adulta. Use o cérebro, trabalhe de graça e logo sua mente lhe mostrará formas de ganhar muito mais dinheiro do que podem lhe pagar. Verá o que outras pessoas nunca percebem: oportunidades que estão à frente de seu nariz, que a maioria não enxerga, pois está atrás de dinheiro e segurança e é o que recebem. Ao vislumbrar uma oportunidade, a reconhecerá pelo resto de sua vida.
Identificada uma oportunidade, qualquer que seja ela, force sua imaginação identificando uma forma de ganhar dinheiro.

Algumas formas de fazer o seu dinheiro trabalhar para você:
- Negocio próprio, de preferência negócios que não exigem sua presença. O negócio rende dinheiro para você, mesmo que não esteja fisicamente presente.
- Imóveis que gerem renda.
- Ações
- Títulos Públicos
- Fundos de Renda Fixa
- CDB

Dia do Trabalho – Saia da Matrix



Excelente dia para parar e pensar no que temos feito.

A vida é o melhor dos mestres e tem uma maneira peculiar de ensinar. Na maioria das vezes a vida não fala com você. É mais como se ela desse um empurrão, dizendo: "Acorde. Quero que aprenda alguma coisa". E se aprender as lições da vida vai se dar bem. Se não, ela vai continuar dando trancos em você.

Alguns apenas deixam a vida continuar batendo neles. Outros ficam zangados e batem de volta. Mas batem no patrão ou no emprego, no governo, no marido, na mulher, nos filhos. Eles não sabem que é a vida que está batendo neles.

Alguns desistem e é maioria. Os outros, que são poucos, lutam.

Você tem que ter garra, pois senão desistirá toda vez que a vida bater em você.
Se for uma pessoa sem garra, que desiste, passará a vida buscando segurança, esperando por algo que nunca vai acontecer. Terá um monte de amigos que gostam de você porque é um cara trabalhador. Passará a vida na rotina, fazendo as "coisas certas", submisso, com pavor de arriscar (como faz a grande maioria das pessoas).

Perceba que o problema está em você mesmo. Você pode modificar a si mesmo, aprender algumas coisas e tornar-se mais sábio. E é mais fácil mudar a si mesmo do que mudar todos os demais.

Se pensar que o problema está no seu patrão ou no emprego, não poderá modificá-los (a realidade é que a maioria das pessoas quer que todos os outros mudem, menos elas próprias). E elas se demitem e começam a procurar outro emprego, uma melhor oportunidade e um salário mais alto, pensando que resolverão o problema, mas não é o que acontece na maioria dos casos. Outros aceitam um pagamento pequeno sabendo que sua família passará dificuldades financeiras, esperando um aumento na ilusão de que mais dinheiro resolverá o problema. Alguns procuram um segundo emprego, mas continuam a receber um pagamento ínfimo.

No caso de dinheiro, a maioria das pessoas prefere não se arriscar, pois são conduzidas pelo medo e não pela paixão. Aprender de verdade exige energia, paixão e um desejo ardente. A paixão é uma combinação de raiva e amor.

As pessoas que trabalham por um baixo salário se exploram a si mesmas, devido ao seu medo interno. E o dinheiro nunca vai resolver os seus problemas, pois recebendo mais dinheiro passam a se endividar mais. E isto, infelizmente, está enraizado nas pessoas que trabalham pelo dinheiro.
A maioria das pessoas se torna escrava do dinheiro, têm medo de não pagar as contas, de ser mandado embora, de começar de novo, etc. e mantém-se eternamente igual, pois não têm conhecimentos financeiros e não conhecem nada sobre dinheiro.

A maioria das pessoas tem um preço, por causa de duas emoções humanas: o medo e a ambição. Primeiro, o medo de não ter dinheiro as leva a trabalhar arduamente e quando recebem o contracheque, a ambição e o desejo as levam a pensar nas coisas maravilhosas que podem comprar e então se define o padrão: acordar, ir para o trabalho, pagar contas, acordar, ir para o trabalho, pagar contas... Ofereça-lhes mais dinheiro e elas continuarão o ciclo, aumentando também as despesas. É a "Corrida dos Ratos" que citamos de forma detalhada no artigo Livro: Pai Rico Pai Pobre.
As pessoas têm medo de ficar sem dinheiro e em vez de enfrentar o medo, reagem emocionalmente em vez de pensar.

- Então após trabalhar um mês se vêem com algum dinheiro na mão e novamente as emoções da alegria, do desejo e da ambição se apossam delas e novamente reagem em vez de pensar.
- Não falam como se sentem de verdade, não reagem a esses sentimentos, e não pensam.
- Sentem o medo, vão para o trabalho esperando que ele acalme esse medo, mas isso não acontece, e permanecem presos nesta armadilha.

Vivemos num mundo de paradigmas, padrões, culturas enraizadas, conceitos que aprendemos desde criança, falsas realidades, com isso deixamo-nos cair a ilusão do cotidiano, ou seja, uma Matrix.

Saia da Matrix, opte pela pílula vermelha e busque as formas corretas que vão de encontro à sua independência financeira.

Pague a si primeiro


Você conhece esta lição? Ela é citada em livros como Pai Rico Pai Pobre (Robert Kiyosaki), O Homem mais Rico da Babilônia (George Clason), Investimentos – Como Administrar Melhor seu Dinheiro (Mauro Halfeld) entre outros. Esta lição refere-se a pagar primeiro a si mesmo, e só depois pagar as suas contas.

Normalmente definimos um valor fixo para pouparmos mensalmente, contudo na prática pagamos as nossas contas habituais primeiro e se sobrar, fazemos esta poupança/investimento. Esta forma de aplicação é falha, pois se extrapolar um pouco as suas contas acaba sobrando, ou melhor não sobrando, para os investimentos. Por mais que você se planeje para "compensar" no próximo mês, não há garantias de que isso ocorra, pois no próximo mês pode aparecer outro imprevisto.
"Alguém que paga todos os demais primeiro, frequentemente não lhe sobra nada".

O que a lição propõe é justamente o contrário, pague-se primeiro, sempre, efetivamente todo o mês, e com o que sobrar pague o resto. Habitue-se a não pensar neste valor, ele é uma obrigação, uma prestação, não conte com ele no seu fluxo de caixa. Alguns vão dizer "eu não consigo" "vai fazer falta" "não vai fechar a conta". Mude o seu planejamento, gaste menos, procure formas de ganhar mais, mas não conte com este dinheiro. Pergunto: você não conseguia viver antes do seu último aumento de salário? E agora? Este valor do aumento está sobrando ou você procurou novos gastos para usá-lo?

Se você fez um plano futuro e conta com este valor para ser investido mensalmente, comprometa-se com ele, leve este plano à risca, não comprometa o seu futuro por uma ação do presente, você é novo, conseguirá se virar neste mês, mas se não depositar o seu valor mensal ele te faltará no futuro, e no futuro sem ele, você conseguirá se virar?

Opine! Deixe seu comentário!

Livro: Pai Rico Pai Pobre


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Alguns trechos do livro Pai Rico Pai Pobre para refletir:

ESCOLHO TODOS OS DIAS. O poder da escolha, esta é a principal razão pela qual as pessoas querem viver num país livre. Queremos o poder da escolha.

Financeiramente, com cada dólar que temos em nossas mãos, temos o poder de escolher nosso futuro de ricos, pobres ou classe média. Nossos hábitos de despesa refletem quem somos nós. As pessoas pobres têm simplesmente maus hábitos de despesa.

Muitas pessoas optam por não ser ricas. Para 90% da população, ser rico é "confusão demais". Então inventam de dizer coisas como "Não estou interessado em dinheiro", "Nunca serei rico", "Não preciso me preocupar, ainda sou jovem", "Quando tiver algum dinheiro vou pensar sobre meu futuro" ou "Meu marido/mulher cuida das finanças". O problema dessas afirmações é que elas roubam das pessoas que pensam assim duas coisas: uma, tempo, que é nosso ativo mais precioso; e, dois, o aprendizado. Só porque você não tem dinheiro, isso não é desculpa para não aprender. Mas é uma escolha que fazemos a cada dia, a escolha do que fazer com nosso tempo, com nosso dinheiro e com o que pomos em nossa cabeça. E o poder da escolha. Todos nós temos escolha. Escolhi ser rico e faço essa opção a cada dia.

Lembrando um pouco do Sabóia, na sua palestra de expomoney pergunto, quanto mais rico você esta hoje? Quanto mais rico você está em comparação a ontem, você está mais rico?

INVISTA PRIMEIRO NA INSTRUÇÃO. Na verdade, o único ativo real que você possui é sua mente, o instrumento mais importante que dominamos. Cada um de nós pode escolher o que põe em sua mente. Você pode ficar assistindo à MTV o dia inteiro, ou ler revistas de golfe, ou fazer um curso de cerâmica ou um curso de planejamento financeiro. Você escolhe. A maioria das pessoas simplesmente compra investimentos em lugar de aprender a investir.

Nós todos temos essa escolha. 90% da população compra aparelhos de televisão e somente uns 10% compra livros de negócios ou fitas sobre investimento.

Há pessoas "inteligentes" que discutem ou se defendem quando uma idéia nova se choca com o que pensam. Neste caso, sua assim chamada "inteligência" combinada com a "arrogância" se torna "ignorância". Cada um de nós conhece alguém muito instruído, ou que se acredita esperto, mas cujo balanço mostra outra coisa. Uma pessoa verdadeiramente inteligente saúda as novas idéias, porque novas idéias podem aumentar a sinergia de outras idéias acumuladas. Ouvir é mais importante do que falar. Se isso não fosse verdade, Deus não teria nos dado dois ouvidos e apenas uma boca.
Gente demais pensa com a boca, em vez de ouvir para assimilar novas idéias e possibilidades. Discute-se em lugar de se perguntar.

Penso em minha riqueza a longo prazo. Não sou partidário da mentalidade do "fique rico depressa" de muitos compradores de bilhetes de loteria ou freqüentadores de cassinos. Posso comprar e vender ações, mas sempre compro instrução. Se você quer pilotar um avião, aconselho a tomar aulas antes. Sempre fico chocado com gente que compra ações ou imóveis mas nunca investe em seu maior ativo: sua mente. O fato de ter comprado um ou dois imóveis não o torna um especialista em imóveis.

Livro: Pai Rico Pai Pobre



Livro considerado como divisor de águas no mundo dos investidores Pai Rico Pai Pobre instiga e faz pensar.
Qual foi a nossa educação financeira até hoje? Aprendemos como usar o dinheiro adequadamente? Aprendermos a gerar dinheiro, a ter os juros compostos ao nosso lado? O que você tem feito hoje irá te levar a um futuro melhor?
O livro

Robert Kiyosaki costuma dizer que tem dois pais, um rico e um pobre. O seu pai de sangue é o seu pai pobre. Com alto grau de instrução e uma boa renda familiar, ainda assim se encontra com muitos problemas financeiros (tal como a classe pobre e a classe média). Seu pai rico é na verdade o pai de seu grande amigo Mike, que com pouca instrução, mas com muitas idéias e muito conhecimento sobre finanças, construiu um império bilionário no Havaí.

No livro, Robert mostra os ensinamentos que seus dois pais lhe deram no que diz respeito aos estudos e sobre o que é ser bem sucedido. Seu pai pobre dizia para estudar, se formar e arranjar um bom emprego que lhe oferecesse segurança. Seu pai rico dizia para ter ambição.

Leia um trecho sobre "A Corrida dos Ratos"

"Se você observar a vida das pessoas de instrução média, trabalhadoras, você verá uma trajetória semelhante. A criança nasce e vai para a escola. Os pais se orgulham porque o filho se destaca, tira notas boas ou altas e consegue entrar na universidade. O filho se forma, talvez faça uma pós-graduação, e então faz exatamente o que estava determinado: procura um emprego ou segue uma carreira segura e tranqüila. Encontra esse emprego, quem sabe de médico ou de advogado, ou entra para as Forças Armadas ou para o serviço público. Geralmente, o filho começa a ganhar dinheiro, chega um monte de cartões de crédito e começam as compras, se é que já não tinham começado.

Com dinheiro para torrar, o filho vai aos mesmos lugares aonde vão os jovens, conhece alguém, namora e, às vezes, casa. A vida é então maravilhosa porque atualmente marido e mulher trabalham. Dois salários são uma bênção. Eles se sentem bem-sucedidos, seu futuro é brilhante, e eles decidem comprar uma casa, um carro, uma televisão, tirar férias e ter filhos. O desejo se concretiza. A necessidade de dinheiro é imensa. O feliz casal concluiu que suas carreiras são da maior importância e começa a trabalhar cada vez mais para conseguir promoções e aumentos. A renda aumenta e vem outro filho... e a necessidade de uma casa maior. Eles trabalham ainda mais arduamente, tornam-se funcionários melhores. Voltam a estudar para obter especialização e ganhar mais dinheiro. Talvez arrumem mais um emprego. Suas rendas crescem, mas a alíquota do imposto de renda, o imposto predial da casa maior, as contribuições para a Seguridade Social e outros impostos também crescem. Eles olham para aquele contracheque alto e se perguntam para onde todo esse dinheiro vai? Aplicam em alguns fundos mútuos e pagam as contas do supermercado com cartão de crédito. As crianças já têm cinco ou seis anos e é necessário poupar não só para os aumentos das mensalidades escolares, mas também para a velhice.

O feliz casal, nascido há 35 anos, está agora preso na armadilha da "Corrida dos Ratos" pelo resto de seus dias. Eles trabalham para os donos da empresa, para o governo, quando pagam os impostos, e para o banco, quando pagam cartões de crédito e hipoteca.

Então eles aconselham seus filhos a estudar com afinco, obter boas notas e conseguir um emprego ou carreira seguros. Eles não aprendem nada sobre dinheiro, a não ser com aqueles que se aproveitam de sua ingenuidade e trabalham arduamente a vida inteira. O processo se repete com a geração seguinte de trabalhadores. Esta é a Corrida dos Ratos.