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O que são dividendos?



Os dividendos correspondem a parcela de lucro líquido distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, ao fim de cada exercício social. A companhia deve distribuir, no mínimo, 25% de seu lucro líquido ajustado. As ações preferenciais recebem 10% a mais de dividendos que as ordinárias, caso o estatuto social da companhia não estabeleça um dividendo mínimo.

O montante a ser distribuído deverá ser dividido pelo número de ações emitidas pela empresa, de forma a garantir a proporcionalidade da distribuição. Resumindo, a política de dividendos trata-se de uma decisão sobre a dimensão ou a proporção de resultados líquidos apurados num determinado período, que devem ser distribuídos pelos acionistas em vez de alocar no reinvestimento da empresa.

O principal indicador para o investidor que quer apostar nessa categoria de renda variável é o chamado dividend yield, que mostra o retorno em dividendos frente ao preço da ação. Quanto mais alto esse índice, maior o valor do dividendo pago.

Alguns setores bastante atrativos para este tipo de investimento são os bancos, siderúrgicas, as empresas de telecomunicações e empresas de energia.

Aprendendo a Investir em Ações: Tipos de Fundos


Continuando a apresentação do tópico fundos de investimentos, onde no artigo passado repassamos algumas Dúvidas sobre Fundos de Investimentos, hoje mostramos os principais tipos de fundos.

Fundos Referenciados
Fundos referenciados são aqueles que adotam uma administração passiva, ou seja, o fundo busca replicar a performance de determinado indicador. Os fundos referenciados devem ser compostos por no mínimo 95% de ativos de renda fixa que acompanham o desempenho de um único indicador escolhido pelo administrador, como o CDI ou o dólar. Pelo menos 80% da sua carteira deve ser aplicada em títulos públicos federais ou ainda títulos de empresas privadas, que apresentem baixo risco de crédito. Estes fundos não podem possuir uma posição que comprometa seu patrimônio em operações futuras, evitando possibilidades de perdas. Fazem parte deste grupo:

· Fundos DI - Estão totalmente atrelados à variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) no prazo de um dia. A indexação é feita por meio de derivativos financeiros, como swap de taxas, 95% da sua carteira acompanha a variação do CDI e a taxa Selic, o que garante baixíssimo risco para o investidor. São fundos que acompanham a taxa de juros, sendo indicados para cenários cuja expectativa é de alta da taxa de juros.
· Fundos Cambiais - Buscam proteger a moeda nacional contra eventuais desvalorizações. Aplicam em títulos de renda fixa corrigidos pelo dólar, como NTN- C (Notas do Tesouro Nacional Cambiais) e export notes. Instrumentos de derivativos como swap de dólar também são permitidos. É indicado para quem possui dívidas em dólar ou quem acredita na desvalorização da nossa moeda.
· Outros - Buscam acompanhar qualquer parâmetro de performance que não os dos mercados de câmbio (variação do dólar) ou de juros de curto prazo (CDI). Para isso, irá investir em qualquer classe de ativos com o objetivo de acompanhar as variações do parâmetro de performance escolhido.

Renda Fixa
Os Fundos de Renda Fixa buscam retorno através do investimento de seu patrimônio diretamente em diversos títulos do mercado, como títulos públicos federais, CDB's, debêntures, entre outros. Todo o patrimônio líquido dos FIF's pode ser alocado em títulos públicos federais. Conforme norma do BACEN, sua carteira não pode ultrapassar 49% dos investimentos em ações e cotas de fundos de ações. O percentual da carteira em títulos emitidos por uma mesma pessoa jurídica, sociedades por ela controladas ou coligadas deve ser de no máximo 10% do patrimônio. As aplicações em papéis de uma única instituição financeira ou coligadas não podem representar mais do que 20% dos recursos. Os FAC's aplicam seu patrimônio em cotas de diferentes FIF's, portanto, preferem aplicar em cotas de fundos diversos inclusive de outras instituições. A carteira de fundos é composta basicamente por CDB's de diversas instituições e títulos públicos pré e pós fixado, variando de acordo com a estratégia do gestor.

· Renda Fixa Crédito - Este fundo diferencia-se do Renda Fixa apenas pela possibilidade de investimentos com risco de crédito acima do limite previsto na legislação dos "não referenciados". O fundo investe em título de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, excluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preços, de moeda estrangeira ou de renda variável (ações, opções, etc).
· Renda Fixa Multi-Índices - Busca retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço. Inclui-se nesta categoria os fundos de renda fixa com risco de indexadores (fundos IGPM, etc) sem alavancagem, entre outros.
· Renda Fixa Alavancado - Buscam retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço, excluindo-se, porém, investimentos que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações, etc). Diferencia-se dos fundos de renda fixa multi-índices apenas pela possibilidade de fazer alavancagem.

Fundos Balanceados
São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos.
Procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e através de deslocamentos táticos entre as classes de ativos ou estratégia explícita de rebalanceamento de curto prazo, não se utilizando de alavancagem.

· Sem alavancagem, sem Renda Variável - São fundos regulamentados pelo Banco Central que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, exceto renda variável. Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, não se utilizando de alavancagem.
· Sem alavancagem com Renda Variável - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, incluindo renda variável. Procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e não se utilizam de alavancagem. Estes fundos não têm explicitado o mix de ativos com o qual devem ser comparados e podem, inclusive, ser comparados a parâmetro de desempenho que reflita apenas uma classe de ativos.
· Com alavancagem, sem Renda Variável - São os fundos regulamentados pelo Banco Central que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, exceto renda variável. Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, podendo inclusive se utilizar de alavancagem.
· Com alavancagem com Renda Variável - Classificam-se neste segmento os fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM que busquem retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, câmbio, por exemplo) incluindo renda variável (ações, etc.). Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, podendo também se utilizar de estratégias que impliquem em alavancagem dos recursos.

Fundos de Investimento no Exterior
Fundos com objetivo de investir preponderantemente em títulos representativos da dívida externa de responsabilidade da União.

Fundos de Ações Indexadas
São chamados fundos de ações passivos porque têm suas carteiras atreladas a um benchmark, com o objetivo de acompanhar o comportamento deste índice. A carteira desses fundos, portanto, é bem parecida com a composição do índice escolhido.
· IBOVESPA - Fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, tem como objetivo de investimento é acompanhar comportamento do Ibovespa.
· IBX - Fundos regulamentados pelo Banco Central ou CVM, cujo objetivo de investimento é acompanhar o comportamento do IBX.

Fundos de Ações Ativos
Procuram atingir rentabilidade superior ao benchmark indicado, que pode ser o IBOVESPA, IBA ou IBX. Os administradores normalmente mencionam no regulamento o mecanismo que será utilizado para atingir tal rentabilidade.
· IBOVESPA - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o Ibovespa.
· IBOVESPA com alavancagem - São fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o Ibovespa. Esses fundos podem realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio.
· IBX - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBX.
· IBX com alavancagem - São fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBX. Esses fundos podem realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio.
· IBA - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBA. Não admitem alavancagem.

Fundos de Ações Setoriais
Estão classificados nas seguintes categorias:
· Sem Alavancagem - Classificam-se neste segmento os fundos de ações abertos que não se enquadrem em nenhum dos segmentos.
· Com Alavancagem - Classificam-se neste segmento os fundos de ações abertos que não se enquadrem em nenhum dos segmentos.

Fundos de Ações Fechados
São fundos fechados, com um determinado número de cotista que permanecem no fundo por um período de tempo previamente estabelecido, no qual neste período o fundo não emite nem compra cotas, com isso, o cotista que optar por sair do fundo terá que colocar outro em seu lugar.

Fundos de Investimento Imobiliário
Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores, com o objetivo de aplicar recursos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos.

Como avaliar o desempenho dos fundos?
É possível avaliar o desempenho dos fundos através dos indicadores:
- Transparência: o prospecto e o regulamento do Fundo são os instrumentos básicos de informação no momento inicial do investimento. É obrigação dos administradores de recursos fornecerem todo o tipo de informação relevante para o cotista em especial: todas as taxas e despesas cobradas do cotista, condições de emissão e resgate de cotas, objetivos e política de investimentos do fundo, abertura periódica da composição da carteira, a política de investimento dos fundos, os riscos envolvidos e os principais direitos e responsabilidades dos gestores e investidores.
- Índice Sharpe: relaciona o retorno/risco em um investimento. Deve ser utilizado para comparar fundos de uma mesma categoria; quanto maior o retorno e menor o risco, melhor será o Índice Sharpe; e quanto maior for este índice melhor será a relação retorno/risco.
- Volatilidade: dispersão positiva ou negativa em relação as médias das rentabilidades diárias. Um investimento com alta volatilidade deve ser considerado como de maior risco.
- Benchmark: indicador que é referência de performance que cada fundo busca acompanhar. Os fundos de Renda Fixa costumam ter como ponto de referência o CDI, tendo a meta de obter resultados iguais ou superiores à taxa do CDI. Já os fundos de Renda Variável possuem como principal benchmark o Índice Bovespa, buscando alcançar a rentabilidade anual igual ou maior que o IBOVESPA.
- Alavancagem: a alavancagem ocorre quando o gestor assume obrigações maiores do que o patrimônio do fundo. O regulamento de cada fundo preceitua quanto é o limite de alavancagem de cada fundo.
- Histórico do gestor e do Fundo: a evolução do valor das cotas do fundo é um bom parâmetro para se tornar como base na escolha de um fundo de investimento, lembrando que política de gestão praticada, o gestor e procedimentos de análises no período atual não são garantidas pelas rentabilidades passadas.

Aprendendo a Investir em Ações: Dúvidas sobre Fundos de Investimentos



Apresentamos os fundos de investimentos no artigo Como Comprar Ações, e também em Vídeo. Hoje detalhamos as principais dúvidas relacionadas a este tema.

Por que investir em Fundos?
Os fundos são uma alternativa fácil e prática para investir. Eles permitem aos investidores diversificarem o portfólio e participarem de mercados complexos e avançados.
Quando aplica em um fundo o investidor transfere a gestão da carteira para um especialista, que acompanha e analisa o mercado diariamente em busca de boas oportunidades de investimento. Este trabalho demanda tempo, experiência. Normalmente, os investidores não são especialistas nas operações do mercado financeiro e, também, não têm tempo para administrar os recursos. Com isso, a melhor alternativa acaba sendo investir em fundos.

Quais os riscos de se investir em Fundos?
Os fundos podem se expor em maior ou menor grau a alguns tipos de risco, dentre os quais os principais são o risco de crédito e o risco de mercado.
O risco de crédito está associado a capacidade do emissor do ativo honrar seu compromisso financeiro, bem como a contraparte da operação de compra ou venda do ativo não cumprir a operação previamente realizada.
O risco de mercado está relacionado a oscilações no valor diário dos ativos que compõem as carteiras dos fundos, em virtude de alterações dos diversos fatores que influenciam determinado mercado.
Portanto os fundos de investimentos podem apresentar rentabilidade negativa. Ao aplicar em um fundo com perfil agressivo, os administradores buscam alcançar a maior rentabilidade, assumindo um maior risco. Desta forma, a ocorrência de algum evento político ou econômico pode levar a uma rentabilidade negativa.

Quem administra os Fundos?
Os fundos são administrados por instituições financeiras devidamente autorizadas pelo Banco Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários a administrarem recursos captados junto ao público na forma de fundos.
A política de investimento do fundo, que estabelece as operações que podem ser realizadas em sua carteira, é determinada pelo administrador, definida em seu regulamento, e deve ser aceita por todos os investidores.
A composição da carteira de um fundo sempre deve ser compatível com sua política de investimento.

Quais são os órgãos reguladores dos Fundos?
O Conselho Monetário Nacional (CMN) é o órgão que autoriza a criação e o funcionamento dos fundos, mas o controle e o acompanhamento da gestão será feito pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou pelo Banco Central do Brasil (Bacen), dependendo da composição e política de investimento do fundo. O Bacen é o responsável pela regulação e fiscalização dos fundos de renda fixa, já a CVM é responsável pela regulação e fiscalização dos fundos de renda variável.

O que determina a rentabilidade de um Fundo?
A rentabilidade do fundo dependerá da variação dos ativos que compõe sua carteira, que deverá ser compatível com a política de investimento prevista no regulamento desse fundo.
Quando comparamos fundos da mesma categoria, ou seja, que possuem políticas de investimento semelhantes em relação à composição de suas carteiras, a rentabilidade irá depender da taxa de administração cobrada, que varia de acordo com o fundo e a instituição.

Quais as taxas cobradas?
- Taxa de administração: é a remuneração cobrada pela instituição administradora pelo serviço de gestão e custódia dos recursos. A porcentagem cobrada deverá ser informada no regulamento do fundo. Essa taxa é calculada diariamente sobre o patrimônio líquido do fundo, independente do resultado do mesmo.
- Taxa de performance: é uma taxa extra, cobrada pelo administrador sobre uma parcela da rentabilidade do fundo, que exceder a variação de um determinado índice previamente estabelecido.

Aprendendo a Investir em Ações: Fundos de Investimento

Conforme apresentado no artigo Como Comprar Ações, uma das formas de investimento em ações é via fundos de investimento. Perfis diferentes requerem formas diferentes de investir, por isso hoje separamos um vídeo com uma explicação desta forma de aplicação.
Conheça melhor.

Aprendendo a Investir em Ações: Home Broker


- O que é Home Broker
Home Broker é o sistema que as corretoras, devidamente autorizadas, usam para permitir que seus clientes operem na Bovespa realizando compras e vendas de ações e opções via internet. O home broker de cada corretora está interligado ao sistema da Bovespa.

Esta nova tecnologia trouxe uma série de vantagens e conquistou investidores potenciais que antes eram excluídos do mercado acionário, devido ao alto custo e a falta de interesse das corretoras no pequeno investidor. A única condição necessária para operar o home broker é uma linha telefônica e um microcomputador. Através do site das corretoras, o investidor pode acompanhar sua carteira, visualizar cotações e enviar ordens.

O que diferencia uma corretora das demais é o conteúdo e qualidade do site e a criatividade em desenvolver novos serviços como análises, notícias, disponibilidade de informações e, é claro, o preço das corretagens. Outro ponto essencial é o suporte dado ao cliente, uma vez que as dúvidas costumam ser muitas.
Segue a imagem de um Home Broker

Clique para Ampliar

- O que é o After Market?
O After Market é a sessão de negociação noturna da Bovespa, exclusivamente para o pregão eletrônico, ou seja, somente são aceitas ordens incluídas via mesa de operação ou internet.
Existem algumas regras para as negociações no After Market:

- São permitidas somente operações no mercado a vista;
- São permitidas somente operações com as ações negociadas durante o pregão regular do dia;
- A oscilação máxima permitida é de 2% em relação ao preço de fechamento no pregão regular;
- A quantidade máxima de ações negociada é limitada a metade da média nacional de negociação, dos últimos 30 dias, para cada ativo. Algumas ações possuem quantidade máxima diferenciada. Após o fechamento do pregão regular, a Bovespa informa essas quantidades. Essa informação está disponível nas notícias da Bovespa;
- Não é permitido o cancelamento de ordens cuja ação não apresentou negociação no pregão regular;

As ordens enviadas durante o pregão regular, que permanecerem em aberto, continuam válidas no After Market.

- O que é o Índice Bovespa ou IBOVESPA?
O IBOVESPA é o índice que acompanha a evolução média das cotações da Bolsa de Valores de São Paulo. Mede a lucratividade da carteira das principais ações negociadas na BOVESPA. A carteira teórica é integrada pelas ações que em conjunto, representam 80% do volume transacionado à vista nos doze meses anteriores à formação da carteira, e para que a sua representatividade se mantenha ao longo do tempo, é feita uma reavaliação quadrimestral.

- O que é Liquidez?
Liquidez é a capacidade que um ativo tem de se converter em moeda. A liquidez absoluta só é conferida ao papel-moeda, todos os outros títulos tendo liquidez inferior, que varia conforme o mercado e a conjuntura econômica do momento. Ou seja, liquidez é a facilidade com que você consegue vender um ativo e transformá-lo em dinheiro.

- O que são Blue Chips?
É um termo originalmente utilizado no jogo de Poker, onde as "Blue Chips" são as fichas mais valiosas, e em geral este é um termo utilizado para fazer referência às ações das maiores e consistentemente lucrativas corporações.

- O que é Day Trade?
É uma operação de compra ou venda de ações ou opções de uma mesma empresa, na mesma quantidade, no mesmo dia, pelo mesmo cliente e pela mesma corretora de valores. A finalidade desta operação é obter um certo lucro durante o dia.

Ficou com Dúvidas? Pergunte! Deixe seu comentário!

Aprendendo a Investir em Ações: Como Comprar Ações


As três formas mais populares para fazer parte do mercado de ações são: as corretoras, os fundos de investimento e os clubes de investimento. Aqui não há certo nem errado. Os três caminhos podem levar aos ganhos, mas os riscos diminuem quando a escolha é consciente, baseada no seu perfil. Por isso, o melhor a fazer é entender o funcionamento e escolher uma (ou mais de uma) via para a aplicação.


Corretoras

No Brasil, você só pode negociar ações por meio de uma corretora. As exceções são os fundos de ações vendidos pelos bancos. Seu relacionamento com a corretora pode se dar de duas formas: por homebroker (serviço que permite a investidores operar pela internet, enviando ordens de compra ou venda de papéis apenas com um clique) ou por clube de investimentos. Para operar de casa, o aplicador precisa ter cadastro em uma corretora ligada à Bovespa http://www.bovespa.com.br/ que disponibiliza todo o sistema tecnológico para a transmissão de informações.


Fundos de Investimento

São indicados para quem não quer se preocupar com decisões de investimento. Aqui, ao depositar seu dinheiro, você compra cotas de um fundo. Cada fundo possui política de investimento e composição de carteira que variam das mais conservadoras as mais arrojadas. Os fundos de ações, por exemplo, podem ter como objetivo repetir a rentabilidade do Ibovespa ou do IBRX (Índice Brasil).

Clubes de Investimento

Os clubes de investimento são grupos de pessoas físicas que se juntam para investir na bolsa, com o auxílio e intermédio de uma corretora ou banco.
Para formar um clube de investimento basta um grupo de pessoas (mínimo de 3 e máximo de 150) fazerem um cadastro em uma corretora ou banco. Cada membro será dono de uma cota, que não pode ser maior que 40% do total.
O grupo deve eleger um coordenador, que será a voz de todos junto à corretora ou banco, mas as decisões de compra e venda das ações que vão compor a carteira são tomadas em conjunto, por todos os participantes do grupo.
A administradora do clube ajuda seus participantes na tomada de decisão de compra e venda de ações enviando notícias divulgadas na imprensa sobre o desempenho das empresas e análises do mercado a todos os componentes do grupo.
Os participantes dos grupos, munidos das informações, reúnem-se periodicamente para decidir se compram mais ou menos ações de uma determinada empresa, passando essa informação, por intermédio do coordenador, para a administradora.

Aprendendo a Investir em Ações: Conheça o FolhaInvest!

Você quer investir na bolsa de valores, já aprendeu alguma coisa mas ainda não está muito seguro? Há uma maneira de ir se acostumando com as operações do mercado de ações com total segurança e ainda avaliar seu desempenho.

Conheça o FolhaInvest!

O FolhaInvest é um concurso promovido desde agosto de 1998 pelo caderno de investimentos do jornal Folha de S. Paulo, o FolhaInvest. A iniciativa tem o apoio técnico da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e visa oferecer a oportunidade de conhecer o mercado de ações.

Por meio de aplicações virtuais, você poderá testar os seus conhecimentos e avaliar as empresas cotadas em bolsa. Ao se inscrever, cada participante recebe um capital fictício de R$ 200 mil e mais 15 ações com melhor liquidez. O objetivo é obter a melhor rentabilidade de sua carteira, em cada período, por meio das operações de compra e venda de ações.

O FolhaInvest em Ação é um simulado que oferece aos participantes a oportunidade de conhecer o mercado de ações na prática , uma boa maneira de se habituar às ordens de compra e venda, às altas e baixas da economia e medir o seu desempenho.

Para maiores informações acesse: http://folhainvest.folha.com.br/

Aprendendo a Investir em Ações: Ganho Extra

O que significa o código da ação?
O código da ação serve para identificá-lo perante a Bolsa e a CVM. Ele é constituído por quatro letras e um número. As letras fazem referência ao nome da empresa. O número subsequente indica:
3 - ON
4 – PN
5 – PNA
6 - PNB
10 – Recibo
11 – Bônus
Exemplos: PETR4 = Petrobrás PN, VALE5 = Vale Rio Doce PNA, VALE3 = Vale Rio Doce ON.

Eu só vou ganhar quando vender essa ação ou posso ter algum ganho extra?
Sim, você pode ter ganho extra se a empresa pagar dividendos, que são nada mais do que uma parcela do lucro da empresa dividida entre os acionistas. Pela lei, a empresa deve pagar no mínimo 25% do lucro a título de dividendo. Porém, em assembléia de acionistas, as empresas podem optar por não pagar dividendos e reinvestir o lucro.

Qual o valor mínimo para investir em ações?
Não existe um valor mínimo exigido para investir na Bolsa. Isso varia em função do preço das ações que se deseja comprar e até mesmo da Corretora que você escolher. Você pode por exemplo comprar apenas uma ação da empresa Brasil EcoDiesel, código ECOD3 por R$0,82 ou da empresa AmBev, código AMBV4 por R$ 113,10. (Valores do dia 09/04/2009. Nenhuma das duas é uma indicação de compra, apenas estamos usando no exemplo).

Dúvidas? Perguntas? Deixe seu comentário!

Aprendendo a Investir em Ações: Análise Técnica e Análise Fundamentalista




Mercado Fracionário

Cada empresa negociada em bolsa tem um número padrão de ações que forma um lote. No pregão normal, as ações só podem ser negociadas por lotes padrão. Cada lote pode ser formado por cem ou mil ações, ou qualquer quantidade que configure volume financeiro razoável. Acontece que o acionista pode ter partes que não correspondem à divisão perfeita deste lote-padrão. Estas partes que não conseguem reunir um lote podem também ser negociadas nas Bolsas de Valores, mas no mercado fracionário. Como o próprio nome diz, neste mercado são negociadas frações do lote-padrão estabelecido pelas Bolsas. Para consultar a cotação de uma ação no mercado fracionário usa-se a letra F após o código da ação. Exemplo: PETR4F

Análise Técnica e Análise Fundamentalista

Existem duas escolas que estudam o comportamento do mercado e auxiliam o investidor na escolha das ações e no melhor momento para comprar ou vender. São as escolas fundamentalista e a escola gráfica ou técnica.

A análise fundamentalista tem como objetivo estabelecer previsões de desempenho, a longo prazo de uma ação, partindo de dados referentes à avaliação de indicadores de desempenho da empresa comparativamente com outras. Os indicadores são muito úteis para se saber sobre a saúde financeira da empresa em questão, e se tomar decisões mais consistentes e precisas na hora de se operar. Na análise fundamentalista são levados em conta dados do balanço e perspectivas do setor e da empresa.

A análise técnica ou gráfica procura identificar, através de indicadores de preço e volume, a tendência da ação analisada. Através de gráficos, formados a partir de cálculos estatísticos, é possível identificar um determinado padrão histórico no comportamento de uma ação. Estudando historicamente o comportamento de uma ação, percebe-se que alguns fatos se repetem ao longo do tempo e sempre que determinado fato ocorre, em seguida ocorre um outro.

Aprendendo a Investir em Ações: Mercado de Ações

Ao longo destes posts o Guia de Investimento irá apresentar esta forma de investimento: Ações.

Abertura de Capital
- Quanto mais desenvolvida é uma economia, mais ativo é o seu mercado de capitais, o que se traduz em mais oportunidades para as pessoas, empresas e instituições aplicarem suas poupanças. Ao abrir seu capital, uma empresa encontra uma fonte de captação de recursos financeiros permanente. A plena abertura de capital acontece quando a empresa lança suas ações ao público, ou seja, emite ações e as negocia nas bolsas de valores.

E você, ao adquirir ações, passa a ser também sócio da empresa - um acionista.

As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o órgão fiscalizador do mercado de capitais brasileiro, o qual também registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários para distribuição pública. As companhias abertas devem atender a diversos requisitos, definidos na Lei das S.As. e nas regulamentações da CVM, com o objetivo de garantir a confiabilidade das informações e demonstrações financeiras divulgadas.

O mercado considera que a plena abertura de capital ocorre quando há o lançamento de ações ao público, em função das transformações impostas à empresa e pelo incremento no volume de negócios com seus títulos.

- Tipos de ações
As ações podem ser:

• Ordinárias (ON): concedem aos seus detentores o poder de voto nas assembléias deliberativas da companhia. As ações do tipo ON geralmente possuem menor valor de mercado do que as do tipo PN e também menor liquidez, uma vez que a maioria dessas ações estão em poder dos proprietários que não negociam com freqüência o papel.

• Preferenciais (PN): oferecem a preferência na distribuição de resultados da empresa (dividendos), assim como no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia, mas não concedendo o direito de voto.