Não tenho dinheiro para investir

Os que se valem do argumento "não tenho dinheiro suficiente para administrar", por sua vez, estão olhando pelo lado errado do telescópio.
Entenda o porquê. Leia a matéria!

Passe Adiante

Excelente vídeo, revigorante.
Não deixe de conferir.

Devolver

Inclua no seu plano de independência financeira um plano solidário, uma participação maior na solidariedade, uma ajuda maior a quem precisa.
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É possível perder tudo com ações?

A variação da bolsa é algo que assusta alguns, a possibilidade de perder tudo assusta mais ainda. Será?
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Faça o seu dinheiro trabalhar para você!

Entenda porque os ricos não trabalham pelo dinheiro, eles fazem o dinheiro trabalhar para eles.
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Dia do Trabalho - Saia da Matrix

As pessoas têm medo de ficar sem dinheiro e em vez de enfrentar o medo, reagem emocionalmente em vez de pensar, não seja mais um, saia da matrix.
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Pague a si Primeiro

Alguém que paga todos os demais primeiro, frequentemente não lhe sobra nada.
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Mostrando postagens com marcador Solidariedade. Mostrar todas as postagens
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Faça parte da #torcidaMSF


Todos os dias, Médicos Sem Fronteiras está em campo salvando vidas em mais de 70 países. Sem a ajuda de pessoas como você, isso não seria possível.

Agora, quando todos estão torcendo por seus times, você, juntamente com MSF, continua torcendo pela vida!

Mostre para todo mundo que você faz parte da #torcidaMSF!

Faça uma doação de R$ 49,00 em torcidamsf.org.br e receba seu brinde da campanha: uma capa de celular exclusiva de Médicos Sem Fronteiras.



Poste uma selfie com seu celular, usando a capa de celular MSF e a hashtag #torcidaMSF.

Vamos juntos mobilizar o máximo de pessoas possível para lembrar que a torcida pela vida não pode parar: milhões de pessoas em todo o mundo precisam de ajuda SEMPRE!

Contamos com você!

Um grande abraço,

Susana de Deus
Diretora-geral
Médicos Sem Fronteiras Brasil

fonte: http://www.cadastra.com.br/criacao/msf/email/torcidamsf/index.html#torcidaMSF

Ajude as Vítimas das Chuvas no Paraná

Conforme postamos no artigo "Devolver" tenha nas suas metas de investimentos um espaço reservado para um plano de solidariedade visando ajudar aos demais, devolvendo a graça que estamos tendo, ao alcançarmos os nossos objetivos financeiros.

Assim segue os dados para realizar as doações para auxílio às vítimas das chuvas no Estado do Paraná.

As doações financeiras podem ser feitas na seguintes contas:
Banco do Brasil - Agência: 3041-4 / C.Corrente: 25.101-1 - Provopar Ação Social. Banco Itaú - Agência: 4143 / C. Corrente: 00.736-9 - Provopar Ação Social.

Ajude você também, inclua no seu plano de crescimento a oportunidade de ajudar cada vez mais, a cada crescimento do seu plano financeiro.

Saiba como ajudar vítimas das enchentes do Espírito Santo


O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Espírito Santo disponibilizou o número das contas bancárias destinadas a receber doações para auxílio às vítimas das chuvas no Estado do Espírito Santo.

As doações financeiras podem ser feitas na seguintes contas:
Banestes
Ag 0271 Conta 23.765.589
Banco do Brasil
Ag 3665-x Conta 150.000-7
Caixa Econômica Federal
Ag 0167-8 Operação 06 Conta 10.004

Ajude você também, mostre que o espírito solidário do natal não é apenas um discurso de final do ano!

Maiores informações: https://www.facebook.com/bombeiromilitares

Passe Adiante

Excelente vídeo, revigorante.
Como algo que deveria ser tão comum no dia a dia nos emociona como se fosse algo tão diferente, tão distante!

Saiba como ajudar vítimas das enchentes em Minas Gerais (2012)



O Serviço Voluntário de Assistência Social MG (http://www.servas.org.br/) e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG), por meio do movimento Minas Solidária iniciaram em todo o Estado a campanha de solidariedade para arrecadação de doações para atendimento emergencial a famílias desalojadas e desabrigadas em mais de 80 municípios atingidos pelas chuvas.

Até o momento, são 87 municípios que se encontram em situação de emergência, mais de 9.880 pessoas desalojadas e mais de 5.000 desabrigadas, que tiveram suas casas destruídas ou danificadas e precisam de itens como leite em pó, fraldas descartáveis, material de higiene e limpeza, roupas e utensílios domésticos.

A Cedec-MG se responsabiliza pela rápida distribuição dos itens para socorro das famílias, de acordo com o mapa dos danos causados nas regiões atingidas, atualizado o tempo todo. “O Minas Solidária, constituído em 2003, mobiliza o poder público, prefeituras, entidades de classe, veículos de comunicação e a sociedade organizada, articula ações que têm como base a solidariedade humana. Esse é o espírito que dá caráter permanente ao Movimento”, lembra a presidente do Servas, Andrea Neves da Cunha.

Como fazer as doações

Podem ser doados leite em pó, fraldas descartáveis, material de higiene e limpeza, roupas e utensílios domésticos. Nos locais onde não houver unidades do Corpo de Bombeiros, as doações podem ser entregues nos Batalhões da Polícia Militar. Além das Unidades do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (www.pmmg.mg.gov.br) as doações podem ser entregues na sede do Servas, em Belo Horizonte, localizada na avenida Cristóvão Colombo, 683, Funcionários - (Telefone 3349.2400).

Doações financeiras devem ser depositadas no Banco do Brasil, C/C 64.529-X, agência 1229-7.
OBS: Campanha realizada em jan/2012

Consumo Consciente: Menos se torna mais




O alarme vermelho em defesa do meio ambiente e da qualidade de vida do homem no planeta já foi disparado: a humanidade consome hoje 25% a mais de recursos naturais do que a capacidade de renovação da terra.

Isso significa dizer que, se os padrões de consumo e produção se mantiverem no atual patamar, por volta de 2050 serão necessários dois planetas terra para atender às necessidades de água, energia e alimentos. E o pior desse cenário é que apenas um sexto da humanidade consome 78% de tudo que é produzido no mundo. Os dados são do instituto akatu pelo consumo consciente, organização não governamental, sem fins lucrativos, criada em 2001 pelo instituto ethos, com a missão de mobilizar a sociedade para fazer do consumo responsável um meio de sustentabilidade do planeta.

Confira algumas dicas do instituto akatu para um consumo consciente:
Consuma apenas o necessário
Reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos.

Recuse embalagens desnecessárias
O Brasil recicla 17,5% do plástico rígido, que leva mais de 400 anos para se degradar. Por isso, evite as sacolas plásticas e leve sua própria sacola quando for às compras.

Não compre produtos piratas ou contrabandeados
Opte sempre por produtos do comércio legalizado e contribua para gerar empregos estáveis e combater o crime organizado e a violência.

Não desperdice alimentos
o Brasil desperdiça 14 milhões de toneladas de alimentos por ano. Se 500 mil famílias reduzirem pela metade a quantidade de alimentos que jogam fora, economizarão o suficiente para alimentar 250 mil pessoas pelo mesmo período.

Separe seu lixo
Ao fazer a coleta seletiva, você estimula a reciclagem e colabora com a redução da degradação ambiental e com a geração de empregos e renda. A reciclagem de uma única latinha de alumínio economiza energia suficiente para manter uma lâmpada de 100w acesa durante 3,5 horas. Do mesmo jeito, cada quilo de vidro que você recicla evita a mineração de 1,3 quilo de areia, uma prática de alto impacto ambiental.

Economize água
Se você reduzir seu banho de 12 para seis minutos, poderá economizar a cada dia energia bastante para manter uma lâmpada acesa por sete horas. E cada vez que você e mais seis amigos fecharem a torneira ao escovar os dentes, vão economizar 122 litros de água tratada, o suficiente para atender às necessidades diárias de uma criança.

Fonte: http://www.akatu.org.br/

Olho maior que a barriga



A comida descartada em restaurantes, representa mais da metade do lixo produzido por ano no país

Auxiliar de cozinha Sebastiana Santos, mãe de três filhos, de segunda à sexta deixa as crianças em casa para trabalhar no restaurante Delle’s, um ponto comercial que atende inúmeros trabalhadores do bairro Ipiranga, na região Noroeste de Belo Horizonte.
De manhã ela prepara a comida que vai ser servida no self-service pelo preço de R$ 3,90. Com o valor pode-se comer à vontade, e os pratos são bem apetitosos. Desde um quiabinho com angu, comida típica da culinária mineira, a um bom churrasquinho de picanha de boi preparado na chapa. Se o cliente preferir pode pedir com bastante cebola!
São mais de 30 receitas bem expostas nas bandejas. A clientela chega sedenta por comida e enche o prato.
O motorista autônomo Hélder Pereira, freqüentador assíduo do restaurante, em meio a uma montanha de arroz, batata frita, macarronada, frango grelhado e tutu, se mostra fartado. A gula foi tanta que ele comeu, comeu e ainda deixou no prato quase duzentos gramas do que foi servido minutos atrás.
Toda gulodice vai ser um trabalho a mais para a Sebastiana. O que sobrou no prato do motorista autônomo Hélder Pereira é jogado no lixo juntamente com a sobra de inúmeros pratos. Comida que segundo a auxiliar de cozinha daria para alimentar os filhos que ficaram em casa. "É muita tristeza jogar fora toda essa comida. Agora esse desperdício vai alimentar uma outra boca, a boca desse balde de lixo. Essa comida dá para alimentar um ser humano. Talvez hoje, nem na minha casa vai ter uma comida assim para eu alimentar os meus filhos", lamenta a funcionária vendo a comida cair no balde.
O comerciante, Heraldo Cota Oliveira, já no ramo de restaurantes há 30 anos, resolveu no ano passado implantar um sistema para que os clientes não deixem sobrar comida no prato. Ele afixou no interior e na fachada do estabelecimento inúmeros cartazes que dizem: " Repita, mas sem desperdício!".

A idéia , segundo o comerciante foi bem aceita no início, mas hoje a clientela ainda insiste em deixar sobras de comida no prato.
" A gente até que tenta, mas mudar a cultura do cliente é difícil", comenta.
Além da comida que sobra nos pratos dos clientes, a comida que restou nas bandejas e que não foi utilizada também vai parar na lata do lixo. É alimento limpo, como macarrão, saladas e carnes. Mas esse desperdício alimentar não é pura maldade. No Brasil que tem fome, os comerciantes de bares, lanchonetes e restaurantes preferem jogar o excedente industrializado no lixo. É uma medida para evitar problemas legais, como ter que arcar com a responsabilidade civil e criminal no caso da comida intoxicar ou causar a morte de alguém.

Como resultado, a comida que é descartada nesses estabelecimentos representa mais da metade do lixo produzido por ano no país. Ou seja, de 15% a 50% do que é preparado para atender a clientela vai ser recolhido pelos caminhões de lixo. Dados da Ação de Cidadania do Rio de Janeiro, todo esse desperdício daria para alimentar diariamente mais de 10 milhões de pessoas.

Segundo o Ministro José Graziano, desonerar o doador de boa fé da responsabilidade civil e criminal por dano ou morte de alguém que se alimenta de comida doada é um problema para o Ministério da Fome. "Vamos trabalhar para que as pessoas possam doar alimentos sem a preocupação de serem processadas no futuro. O Brasil não pode conviver com a fome e com a miséria", afirma Graziano.
Atualmente o projeto do atual governador do estado do Ceará, Lúcio Alcântara que trata do assunto, está parado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara em Brasília. O projeto foi elaborado na época em que o governador era senador pelo estado cearense. Além da ação contra as doações dos excedentes, existem outras medidas para minimizar o sofrimento de inúmeros brasileiros como, por exemplo, isentar as indústrias de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) relativo à doação. Hoje as indústrias ou fábricas que desejam doar qualquer espécie de alimento precisam pagar o imposto desses produtos.
As medidas fazem parte de um pacote de leis chamado Estatuto do Bom Samaritano, parado no Congresso Nacional. O estatuto inclui também o desconto do Imposto de Renda para quem doar comida ou máquinas que industrializem os alimentos, esse desconto, já existe para as empresas que contribuem com doações em dinheiro.

Fonte: Revelação On-Line

Faces do Desperdício



Somos uma nação com clima, solos, riquezas naturais e minerais de dar inveja a qualquer país de primeiro mundo.

Temos matéria-prima para a industrialização de inúmeros produtos no exterior. Somos um país certo no lugar exato, um país realmente bonito por natureza e produtivo por excelência.

O Brasil de 177 milhões de habitantes tem reconhecimento internacional, seja na produção agrícola ou nas indústrias. Uma nação emergente, um gigante que não está mais adormecido. Na verdade, somos um "golias" que tem incomodado muitos países adeptos aos subsídios para a produção.

Uma boa demonstração da nossa eficiência produtiva vem das lavouras espalhadas por este "rincão sem fim".

Um exemplo é a produção de grãos. Nas últimas safras, as lavouras brasileiras produziram 115,2 milhões de toneladas de produtos como milho, soja e feijão. Uma colheita farta e cheia de bons frutos. Para se ter uma idéia da capacidade brasileira de produzir no campo, nos últimos 13 anos a área plantada no Brasil cresceu 12% e a produção física, 99%, ou seja, a produtividade no campo aumentou 74%. Isso significa que produzimos mais em uma área que pouco cresceu.

O resultado desse crescimento alimentar é explicado pelas tecnologias aplicadas no campo. Desde pesquisas elaboradas nos mais importantes laboratórios de empresas especializadas no ramo até o uso de equipamentos modernos de plantio e colheita. São máquinas computadorizadas, guiadas por satélites e que, no fim do dia, emitem o resultado da colheita dando números precisos sobre a quantidade de grãos colhidos. Uma tecnologia comparada à mesma utilizada em países como Estados Unidos e Austrália.

Na produção de carne o Brasil é também uma potência. Em 2002, o país produziu 17,2 milhões de toneladas de carne ( bovina, suína e aves ) e a quantidade exportada superou a casa dos de três bilhões de dólares.
Toda essa atividade, conhecida como agronegócio, representou 29% do Produto Interno Bruto, o que gerou mais de R$ 424 bilhões. O agronegócio brasileiro gera hoje 37% do total dos empregos e 41% do total de exportações nacionais.

Mas no Brasil, que tem condições de produzir alimento para o mundo, existe um contraste grotesco e que em muitas vezes nos deixa envergonhados. Ao mesmo em tempo que estamos produzindo no campo, criamos condições que levam diariamente para o lixo milhares de produtos que poderiam alimentar quem sofre com a fome no país.

Todo santo dia, 39 mil toneladas de comida em condições de alimentar um ser humano alimentam uma outra boca, a do lixo. O desperdício é gerado em restaurantes, mercados, feiras, fábricas, quitandas, açougues e até mesmo dentro de nossa própria casa. O que se joga fora, é suficiente para dar café, almoço e jantar diariamente a 19 milhões de pessoas.
Enquanto muita comida é jogada no lixo, mais de 44 milhões de brasileiros vivem na linha da miséria. Do total, quase 20% de toda essa gente efetivamente passa fome no Brasil.

Fonte: Revelação On-Line

Doe Calor!


Teve início a Campanha do Agasalho "Doe Calor 2009", promovida pela Prefeitura Municipal de Curitiba, pelo Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC) e pela Fundação Ação Social (FAS).

Este ano a campanha pede mais pela doação de cobertores, que, segundo afirma a presidente do IPCC, Helena Pereira Oliveira, é o item mais requisitado pelas famílias nas comunidades. "As pessoas pedem mais pelos cobertores que são divididos entre seus familiares", afirma.

A campanha vai até o dia 31 de agosto e os cobertores e agasalhos arrecadados ajudarão a esquentar o inverno de mais de 50 mil famílias curitibanas. As doações podem ser feitas nos postos de coleta listados no site do IPCC

Devolver



Hoje iniciamos um novo tema, onde sempre que possível apresentaremos algum artigo.
Trata-se do ato de devolver, devolver a sociedade o bem que recebemos, devolver a graça, a sorte que temos de ter saúde, ter condições financeiras, termos uma moradia, temos alimentação, cobertor, termos companhia, termos uma situação que nos permite ter uma boa qualidade de vida.

Estamos falando de solidariedade.

Não podemos sonhar nossos sonhos de prazer pessoal e esquecermos sonhos de criar um melhor ambiente para todos, para nós, para os mais velhos, para os nossos filhos, para quem está necessitando.
Se estamos em busca de uma melhora de vida, de uma independência financeira, termos mais dinheiro, nem por isso nos tornaremos pessoais más (mentalidade brasileira de que o rico é mau). O dinheiro apenas irá acentuar o que já somos, ou seja, se somos ruins hoje acentuaremos este lado ruim, mas se somos bons hoje, seremos pessoas melhores.
Inclua no seu plano de independência financeira um plano solidário, uma participação maior na solidariedade, uma ajuda maior a quem precisa.
Vale lembrar que assim como você não esperou primeiro ficar rico para então começar a investir, também não espere ficar rico para então começar a ajudar o próximo, comece hoje, lembre que o pouco que você tem pode ser muito para quem não tem nada.

Há muitas formas de ajudar, temos muito o que doar, doe carinho, visite um asilo, doe tempo, doe sua alegria, doe dinheiro, compre produtos solidários, compre camisetas, cartões de natal, pegue uma cartinha dos correios no natal, doe sangue, doe o seu conhecimento.
Leve o seu plano solidário a sério, crie metas, comprometa-se, acompanhe a sua evolução, envolva as pessoas ao seu lado. Devolva!