Não tenho dinheiro para investir

Os que se valem do argumento "não tenho dinheiro suficiente para administrar", por sua vez, estão olhando pelo lado errado do telescópio.
Entenda o porquê. Leia a matéria!

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Não deixe de conferir.

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Dia do Trabalho - Saia da Matrix

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Fim da Crise?

e os economistas erraram de novo... no final de 2011 diziam que a economia iria se recuperar no segundo semestre, que o primeiro semestre seria sofrido mais no segundo haveria um bom impulso...

Agora estão dizendo já que vai ser pro final de 2013 a dita recuperação... enquanto isso a zona do euro em recessão e o Brasil se equilibrando na corda bamba.

é por isso que não dá pra ouvir economista, chutam pra todo o lado e um vai na linha do outro, se o primeiro fala em alta todos seguem! Se o primeiro fala em queda, todos concordam!

Isso me lembrou um pouco o vídeo abaixo, queria ver economista no Brasil peitudo assim, dando a sua posição e defendendo ela contra todos os outros economistas. O cara apenas estava prevendo a crise de 2008 e ninguem acreditava nele, parecia que tinha vindo do futuro pra afirmar com tanta convicção, todo mundo achando ele um louco e ele coberto de razão!

Robert Kiyosaki, um dos responsáveis pela bolha imobiliária americana?




Tenho visto em algumas matérias norte-americanas algumas insinuações de que Robert Kiyosaki - autor do livro Pai Rico Pai Pobre seria um dos responsáveis pela bolha imobiliária americana.

Recentemente lendo o livro Mais Tempo Mais Dinheiro de Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa este assunto veio à tona novamente.

Segue alguns trechos do livro:

Até os anos 1990, era clara a regra de que era preciso viver de forma simples e sacrificada por alguns anos, a fim de formar reservas, adquirir bom perfil de crédito e acessar as melhores e mais baratas linhas de crédito, que praticavam os juros de primeira linha, ou juros prime. A regra funcionou tão bem e gerou tamanho enriquecimento que, de repente, começou a se disseminar a idéia de que o esforço não era mais necessário. Criou-se a ilusão – disseminada até entre especialistas e gurus – de que o crescimento econômico do país era um processo tão independente e automático, que seria bobagem esperar ter acesso aos melhores juros para mudar de vida.

Com a percepção de que a valorização dos imóveis (sempre decorrente de crescimento econômico) era infinita e intensa, bem superior a qualquer juro praticado pela economia, as pessoas começaram a tomar empréstimos caros, antes de contarem com o bom perfil de crédito – pagando o chamado crédito subprime – para investir em imóveis, criando uma falsa prosperidade sustentada apenas em crenças e não riquezas. O outrora endividamento mais caro, sem lastro e especulativo. O resto da história todos conhecemos.

É interessante notar como, há alguns anos, o mais famoso livro do Robert Kiyosaki - Pai rico, Pai pobre - tornou-se best-seller no mundo inteiro com uma interessante filosofia de enriquecimento, mesmo adotando como exemplo prático dessa filosofia uma receita que, segunda a maioria de seus leitores, "só funcionava nos EUA".

A lógica de Kiyosaki consistia em endividar-se o quanto fosse possível, e usar os recursos captados para investir em imóveis. O que sustentava a teoria era o fato de que a valorização imobiliária média costumava ser muito superior aos juros mais altos praticados naquele país.

Ao cultivar a percepção de que a receita só funcionava em determinado pais, pouquíssimas pessoas foram capazes de antever que aquela filosofia estava semeando a grande bolha imobiliária que viria a estourar.


Intrigante não? Qual a sua opinião sobre este assunto?

Fim do mês?



Todo fim do mês é a mesma coisa: conta no vermelho, aguardando o próximo pagamento, que já está todo comprometido, de acordo com a planilha de orçamento para o mês seguinte.

São serviços essenciais, alimentação, mensalidade da escola, transporte, a fatura do cartão de crédito etc etc etc.

Você já está cansado de saber que é necessário se planejar financeiramente para garantir uma reserva de emergência e para chegar ao fim do mês sem rombos no orçamento. Mas já tentou, por todos os lados, cortar gastos e agora não tem mais onde economizar. Será?

Avaliação orçamentária
Muitas vezes, gastos que antigamente não faziam diferença no final do mês, hoje se tornam verdadeiros vilões das suas finanças e você nem percebe que são supérfluos, já que os incorporou às suas despesas.

Que tal rever planilhas antigas e refazer algumas contas? Na hora de economizar, vale abrir mão de determinados hábitos, que hoje nem fazem mais tanta diferença no seu dia-a-dia, mas cujo corte será um grande alívio no final do mês.

Chega de desperdício
Quando se fala em desperdício, logo vem a imagem de um prato de comida sendo jogado fora ou aqueles alimentos guardados que perderam a validade.

No entanto, além desse tipo de desperdício, existem outros que, muitas vezes, a gente nem percebe. Sabe aquela revista que você assinou há uns cinco anos e que hoje chega e permanece fechada por um bom tempo? Pois é, ela representa um gasto que pode ser revisado. Na época de renovação da assinatura, tente um acordo com a editora por um preço melhor ou cancele a publicação até que suas finanças estejam resolvidas.

E aquela mensalidade do clube que você frequenta "de vez em nunca"? Claro que você é sócio desde adolescente e seus filhos gostavam muito de ir à piscina no fim de semana. Hoje, seus filhos não freqüentam mais o local e você nem sabe mais o que acontece lá dentro. A mensalidade é debitada todo mês da sua conta e você nem percebe. Que tal vender o título? Além de receber uma "graninha" com a venda, ainda vai economizar, mês a mês, com as mensalidades, que eram pagas à toa.

Endividamento
Outra forma de evitar o desperdício e o endividamento é controlar as compras por impulso. Sabe aquela esteira elétrica que você tanto queria e prometeu utilizá-la todas as noites depois do trabalho? Pois é... hoje ela está lá, no meio do quarto, servindo de cabide. Mas as prestações que você fez, em dez vezes, continuam caindo, pontualmente, no dia 20 de cada mês.

Que tal pensar mais antes de fazer esse tipo de dívida? De acordo com o presidente da Abef (Associação Brasileira de Educação Financeira), Edmílson Loureiro de Lira, em entrevista à revista Fundos de Pensão, "o melhor a fazer é poupar para comprar à vista".

Além de a pessoa pensar mais antes de gastar uma grande quantia de uma só vez, ela se livra das prestações infinitas e, em caso de arrependimento ou necessidade, é possível até vender o produto, que já está totalmente pago.

Fonte: InfoMoney

Dez razões pelas quais as pessoas se atolam em dívidas



Mesmo em tempos de crise, opções de crédito não faltam ao consumidor. Seja através do uso de cartão de crédito, limite do cheque especial ou das diversas linhas de antecipação de restituição de Imposto de Renda e décimo terceiro salário, muitos consumidores não resistem e acabam optando pelo financiamento de suas compras.

Neste contexto, não surpreende que um número crescente de pessoas acabe se atolando em dívidas. Abaixo tentamos identificar 10 razões que levam as pessoas a se endividarem.

§ Perda de renda sem ajuste nas despesas
Curiosamente, pode-se observar que, quando o poder aquisitivo das pessoas aumenta, elas rapidamente tendem a aumentar seu padrão de gastos, ajustando-se à nova realidade de salário. Infelizmente, a contrapartida nem sempre é verdadeira, de forma que, em geral, o consumidor não ajusta seus gastos com a mesma rapidez diante de uma retração na renda.

Acreditando que a situação seja temporária, muitas pessoas optam por equilibrar o orçamento através do levantamento de dívidas. Porém, muitas vezes o temporário se transforma em permanente, e abre-se a porta para uma situação de desequilíbrio financeiro.

§ De repente você está desempregado!
A perda do emprego pode ser vista como uma das causas para a redução de renda. O maior problema aqui é subestimar o tempo e os custos associados à recolocação profissional, que podem inclusive acabar elevando padrões de gastos temporariamente. Nesta hora é importante não se abalar emocionalmente e agir rápido. Por mais que cortar gastos seja a última coisa que passe pela sua mente, ela deve ser, na verdade, a primeira providência a tomar.

Não se esqueça que muitas empresas evitam contratar pessoas com nome sujo. A razão por trás disso é simples: a preocupação com o gerenciamento financeiro das suas contas acaba prejudicando o desempenho do profissional.

§ Despesas médicas podem acabar com sua saúde
Não são poucos os casos de pessoas que acabam sofrendo problemas de saúde, e por isso são forçadas a gastar com o tratamento, ou a se ausentar do trabalho. Por este motivo, sobretudo no caso de profissionais liberais e autônomos, vêem-se diante de dificuldades financeiras.

Nestas horas, levantar um financiamento pode ser a única alternativa para fazer o tratamento de saúde, ou para manter o pagamento das contas em dia, e assim evitar a inadimplência.

§ Divórcio: separação de bens, mas não de gastos
Mesmo que você não esteja casado, basta que se encontre em uma relação estável, para que possa ser atormentado pela realidade da divisão de bens, e até mesmo pagamento de pensão ao ex-cônjuge/companheiro.

De repente a pessoa passa de uma situação em que podia contar com a outra para dividir os gastos, para a realidade de não só ter que arcar com eles sozinha, mas ainda ter que partilhar parte de seu rendimento, ou patrimônio.

Isso sem falar, é claro, dos custos associados ao processo em si. Dependendo como se deu a separação, além de gastar com advogado, é possível que surja a necessidade de outros tratamentos, para possíveis traumas psicológicos, por exemplo.

§ Jogos e outros vícios
Ainda que o jogo seja ilegal no País, não há como negar sua existência. Infelizmente, muitas pessoas acabam viciadas, perdendo completamente o controle dos seus gastos.

Em alguns casos, o jogo é apenas uma entre outras formas de vícios, que vão desde o consumo compulsivo até a dependência química por drogas. Os efeitos ao orçamento não precisam ser comentados.

§ Gastando aquilo que não recebeu
Não são poucos os casos em que isso acontece. Englobam filhos que antecipam o recebimento de bens ainda em inventário, ou profissionais que adiantam o recebimento de férias, décimo terceiro, ou bonificação anual extra.

Em algumas situações, contudo, esses recursos acabam não sendo recebidos, ou ficam abaixo do previsto, fazendo com que seja preciso levantar dívidas para arcar com os gastos antecipados.

§ Incapacidade de administrar dinheiro
Poucas pessoas investem tempo na gestão do seu orçamento e sabem para onde vai o seu dinheiro. Assim, a maioria acaba gastando mais do que pode. Um erro bastante freqüente é incluir o limite do cartão de crédito e/ou cheque especial como parte integrante da renda.

Não se esqueça que, ao contrário do rendimento de salário, estes recursos implicam em juros, e devem ser usados com cautela. Coloque no papel seus gastos e receitas e adote uma postura mais responsável com relação às suas decisões de consumo. Evite consumir por impulso! Você vai se surpreender ao verificar como é gratificante ter suas finanças equilibradas.

§ Dificuldade de poupar
A forma mais simples de evitar o endividamento é efetivamente poupar e formar uma reserva para situações de emergência. Apesar disso, a maior parte das pessoas, independente de faixa de renda, encontra dificuldades em estabelecer uma estratégia de poupança. É exatamente esta reserva que permite que você não se endivide caso fique doente, perca o emprego ou venha a se separar.

Lembre-se que é mais fácil encontrar pessoas arrependidas de terem consumido por impulso do que reclamando de que deixaram de consumir para poupar. Não é preciso muito para começar: sempre é possível separar 5% do que você ganha para investimento, basta adiar por algum tempo outro gasto menos essencial. É como reeducação alimentar, depois de algum tempo você se acostuma com os novos hábitos de consumo e se sente orgulhoso por isso.

§ Quando falar sobre dinheiro é tabu
Este é um problema que aflige muitas famílias. É importante que tanto o casal, e eventualmente os filhos, participem, na medida do possível, do estabelecimento de metas e objetivos de poupança e investimento. Se todos se mantiverem informados, é mais fácil comunicar quando um dos membros adota um padrão de gastos que não está de acordo com o orçamento!

Nestes casos, a transparência é muito importante. Todos precisam ser honestos e objetivos, caso contrário, as chances de você se surpreender no final do mês com uma conta absurda de celular do seu filho, ou de cartão de crédito da sua filha, são enormes.

§ Analfabetismo financeiro
Esta forma de analfabetismo atinge até mesmo os países mais desenvolvidos, onde uma parcela significativa da população é incapaz de gerir suas contas. Independente do grau de instrução, muitas pessoas simplesmente não apreciam a importância do planejamento financeiro.

No Brasil, pode-se dizer que existe uma herança claramente negativa do período hiper-inflacionário. Isso porque, diante de uma inflação mensal que chegou a superar 50%, o planejamento financeiro de longo prazo se tornava impossível.

Se você faz parte deste grupo de pessoas, está na hora de investir na sua educação. Assim como em qualquer outra área de ensino, o planejamento financeiro exige treinamento. A boa vantagem é que já existe muito material publicado sobre o tema, que pode ajudá-lo rapidamente a se tornar proficiente neste assunto.

Fonte: InfoMoney

Estamos num bom momento para investir em ações?


Quando um supermercado faz uma promoção de, digamos, leite longa vida, o consumidor corre e faz estoque. Quando o mercado de ações faz promoção, muitas vezes chamada de crash ou correção, o consumidor foge. Quando o supermercado aumenta os preços, o consumidor compra em outro lugar. Quando o preço das ações sobe, o consumidor começa a comprá-las.


Qual deve ser o objetivo ao comprar ações? Não seria comprar barato para depois vender mais caro? Então este é o momento, a liquidação está acontecendo, as ações da Petrobrás PN, por exemplo, estavam custando R$49,18 em 26 de maio do ano passado, hoje estão custando R$30,84, um desconto de 37%, e olha que já estiveram mais baratas. As ações da Vale PN que no dia 20 de maio do ano passado custavam R$56,91 hoje custam R$29,70, um desconto de 47%. (não estamos sugerindo a compra de nenhuma das duas ações, elas foram apenas usadas como exemplo). Se procurarmos encontraremos promoções maiores e talvez melhores.

Quando voltaremos a estes valores novamente? Não sabemos, o "analista" que disser que sabe está chutando, pode ser na próxima semana, próximo mês, próximo ano ou próximos anos. O ideal é investir um dinheiro que você não precise contar nos próximos anos, porém se um dia você pensou em investir em ações este é o momento, evite ficar de fora destas liquidações.

Nos últimos anos as propagandas sobre ações estavam em todos os lugares, as revistas, TV e jornais informavam altas recordes na bolsa de valores, muita gente foi atraída por estas propagandas e entrou quando os preços estavam no topo. Quando estas notícias voltarem a acontecer, talvez sejam indicativos de que a alta da bolsa está chegando ao fim novamente.


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Obama: Encontro do G20 é só o início da recuperação


O presidente americano, Barack Obama, disse nesta quinta-feira durante a reunião do G20 que os compromissos firmados no encontro de Londres são apenas o começo de um longo processo para a recuperação econômica.

Obama disse acreditar que a reunião "é apenas o começo, nossos problemas não vão ser resolvidos em apenas um encontro ou dois", disse ele.
"Teremos que ser pró-ativos para dar forma aos acontecimentos e persistentes para monitorar nosso progresso, para determinar se precisaremos tomar outras medidas."

O presidente americano afirmou que o encontro foi histórico devido à magnitude de sua resposta, dizendo que os líderes presentes se comprometeram com medidas sem precedentes para restaurar o crescimento e prevenir outra crise.

"É difícil para 20 chefes de Estado passar por cima de suas diferenças, todos temos nossas prioridades nacionais, conceitos e culturas políticas, mas nossos cidadãos estão sofrendo", disse ele. Obama elogiou o grupo por rejeitar o protecionismo, considerado culpado por reduzir o comércio internacional e ter o potencial de agravar a crise, dizendo que "devemos isso a nossos cidadãos".

O presidente americano não disse se teve que abrir mão de suas posições para que o G20 chegasse a um consenso no final. Obama falou pouco depois do anúncio de que os líderes do G20 prometeram US$ 1,1 trilhão ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e outras instituições globais, além de se comprometer a combater paraísos fiscais.

Fonte: BBC Brasil
Somando-se aos US$ 3,53 trilhões do orçamento aprovado nos EUA, seriam estes os sinais de recuperação que todos aguardavam? Chegamos no ponto de reversão?
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Crise Sinal de Oportunidades


Se a crise chegou e você está tendo a oportunidade de participar dela, use isso como uma oportunidade de crescimento. Entenda que as fases são cíclicas e de tempos em tempos é necessária esta correção, aproveite para investir, para comprar barato.
Não deixe passar esta liquidação, o nosso país será um dos mais visto quando a situação reverter.