Não tenho dinheiro para investir

Os que se valem do argumento "não tenho dinheiro suficiente para administrar", por sua vez, estão olhando pelo lado errado do telescópio.
Entenda o porquê. Leia a matéria!

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Excelente vídeo, revigorante.
Não deixe de conferir.

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Inclua no seu plano de independência financeira um plano solidário, uma participação maior na solidariedade, uma ajuda maior a quem precisa.
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É possível perder tudo com ações?

A variação da bolsa é algo que assusta alguns, a possibilidade de perder tudo assusta mais ainda. Será?
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Faça o seu dinheiro trabalhar para você!

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Dia do Trabalho - Saia da Matrix

As pessoas têm medo de ficar sem dinheiro e em vez de enfrentar o medo, reagem emocionalmente em vez de pensar, não seja mais um, saia da matrix.
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Pague a si Primeiro

Alguém que paga todos os demais primeiro, frequentemente não lhe sobra nada.
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Fim do mês?



Todo fim do mês é a mesma coisa: conta no vermelho, aguardando o próximo pagamento, que já está todo comprometido, de acordo com a planilha de orçamento para o mês seguinte.

São serviços essenciais, alimentação, mensalidade da escola, transporte, a fatura do cartão de crédito etc etc etc.

Você já está cansado de saber que é necessário se planejar financeiramente para garantir uma reserva de emergência e para chegar ao fim do mês sem rombos no orçamento. Mas já tentou, por todos os lados, cortar gastos e agora não tem mais onde economizar. Será?

Avaliação orçamentária
Muitas vezes, gastos que antigamente não faziam diferença no final do mês, hoje se tornam verdadeiros vilões das suas finanças e você nem percebe que são supérfluos, já que os incorporou às suas despesas.

Que tal rever planilhas antigas e refazer algumas contas? Na hora de economizar, vale abrir mão de determinados hábitos, que hoje nem fazem mais tanta diferença no seu dia-a-dia, mas cujo corte será um grande alívio no final do mês.

Chega de desperdício
Quando se fala em desperdício, logo vem a imagem de um prato de comida sendo jogado fora ou aqueles alimentos guardados que perderam a validade.

No entanto, além desse tipo de desperdício, existem outros que, muitas vezes, a gente nem percebe. Sabe aquela revista que você assinou há uns cinco anos e que hoje chega e permanece fechada por um bom tempo? Pois é, ela representa um gasto que pode ser revisado. Na época de renovação da assinatura, tente um acordo com a editora por um preço melhor ou cancele a publicação até que suas finanças estejam resolvidas.

E aquela mensalidade do clube que você frequenta "de vez em nunca"? Claro que você é sócio desde adolescente e seus filhos gostavam muito de ir à piscina no fim de semana. Hoje, seus filhos não freqüentam mais o local e você nem sabe mais o que acontece lá dentro. A mensalidade é debitada todo mês da sua conta e você nem percebe. Que tal vender o título? Além de receber uma "graninha" com a venda, ainda vai economizar, mês a mês, com as mensalidades, que eram pagas à toa.

Endividamento
Outra forma de evitar o desperdício e o endividamento é controlar as compras por impulso. Sabe aquela esteira elétrica que você tanto queria e prometeu utilizá-la todas as noites depois do trabalho? Pois é... hoje ela está lá, no meio do quarto, servindo de cabide. Mas as prestações que você fez, em dez vezes, continuam caindo, pontualmente, no dia 20 de cada mês.

Que tal pensar mais antes de fazer esse tipo de dívida? De acordo com o presidente da Abef (Associação Brasileira de Educação Financeira), Edmílson Loureiro de Lira, em entrevista à revista Fundos de Pensão, "o melhor a fazer é poupar para comprar à vista".

Além de a pessoa pensar mais antes de gastar uma grande quantia de uma só vez, ela se livra das prestações infinitas e, em caso de arrependimento ou necessidade, é possível até vender o produto, que já está totalmente pago.

Fonte: InfoMoney

Resultado da Enquete

Em maio perguntamos: "Ao fazer um investimento, o que mais você leva em conta?"
Sugerimos na ocasião as três possibilidades abaixo. Vejam o resultado da votação.

15% - Segurança e rentabilidade
0% - Liquidez e segurança
85% - Rentabilidade e liquidez

Dez razões pelas quais as pessoas se atolam em dívidas



Mesmo em tempos de crise, opções de crédito não faltam ao consumidor. Seja através do uso de cartão de crédito, limite do cheque especial ou das diversas linhas de antecipação de restituição de Imposto de Renda e décimo terceiro salário, muitos consumidores não resistem e acabam optando pelo financiamento de suas compras.

Neste contexto, não surpreende que um número crescente de pessoas acabe se atolando em dívidas. Abaixo tentamos identificar 10 razões que levam as pessoas a se endividarem.

§ Perda de renda sem ajuste nas despesas
Curiosamente, pode-se observar que, quando o poder aquisitivo das pessoas aumenta, elas rapidamente tendem a aumentar seu padrão de gastos, ajustando-se à nova realidade de salário. Infelizmente, a contrapartida nem sempre é verdadeira, de forma que, em geral, o consumidor não ajusta seus gastos com a mesma rapidez diante de uma retração na renda.

Acreditando que a situação seja temporária, muitas pessoas optam por equilibrar o orçamento através do levantamento de dívidas. Porém, muitas vezes o temporário se transforma em permanente, e abre-se a porta para uma situação de desequilíbrio financeiro.

§ De repente você está desempregado!
A perda do emprego pode ser vista como uma das causas para a redução de renda. O maior problema aqui é subestimar o tempo e os custos associados à recolocação profissional, que podem inclusive acabar elevando padrões de gastos temporariamente. Nesta hora é importante não se abalar emocionalmente e agir rápido. Por mais que cortar gastos seja a última coisa que passe pela sua mente, ela deve ser, na verdade, a primeira providência a tomar.

Não se esqueça que muitas empresas evitam contratar pessoas com nome sujo. A razão por trás disso é simples: a preocupação com o gerenciamento financeiro das suas contas acaba prejudicando o desempenho do profissional.

§ Despesas médicas podem acabar com sua saúde
Não são poucos os casos de pessoas que acabam sofrendo problemas de saúde, e por isso são forçadas a gastar com o tratamento, ou a se ausentar do trabalho. Por este motivo, sobretudo no caso de profissionais liberais e autônomos, vêem-se diante de dificuldades financeiras.

Nestas horas, levantar um financiamento pode ser a única alternativa para fazer o tratamento de saúde, ou para manter o pagamento das contas em dia, e assim evitar a inadimplência.

§ Divórcio: separação de bens, mas não de gastos
Mesmo que você não esteja casado, basta que se encontre em uma relação estável, para que possa ser atormentado pela realidade da divisão de bens, e até mesmo pagamento de pensão ao ex-cônjuge/companheiro.

De repente a pessoa passa de uma situação em que podia contar com a outra para dividir os gastos, para a realidade de não só ter que arcar com eles sozinha, mas ainda ter que partilhar parte de seu rendimento, ou patrimônio.

Isso sem falar, é claro, dos custos associados ao processo em si. Dependendo como se deu a separação, além de gastar com advogado, é possível que surja a necessidade de outros tratamentos, para possíveis traumas psicológicos, por exemplo.

§ Jogos e outros vícios
Ainda que o jogo seja ilegal no País, não há como negar sua existência. Infelizmente, muitas pessoas acabam viciadas, perdendo completamente o controle dos seus gastos.

Em alguns casos, o jogo é apenas uma entre outras formas de vícios, que vão desde o consumo compulsivo até a dependência química por drogas. Os efeitos ao orçamento não precisam ser comentados.

§ Gastando aquilo que não recebeu
Não são poucos os casos em que isso acontece. Englobam filhos que antecipam o recebimento de bens ainda em inventário, ou profissionais que adiantam o recebimento de férias, décimo terceiro, ou bonificação anual extra.

Em algumas situações, contudo, esses recursos acabam não sendo recebidos, ou ficam abaixo do previsto, fazendo com que seja preciso levantar dívidas para arcar com os gastos antecipados.

§ Incapacidade de administrar dinheiro
Poucas pessoas investem tempo na gestão do seu orçamento e sabem para onde vai o seu dinheiro. Assim, a maioria acaba gastando mais do que pode. Um erro bastante freqüente é incluir o limite do cartão de crédito e/ou cheque especial como parte integrante da renda.

Não se esqueça que, ao contrário do rendimento de salário, estes recursos implicam em juros, e devem ser usados com cautela. Coloque no papel seus gastos e receitas e adote uma postura mais responsável com relação às suas decisões de consumo. Evite consumir por impulso! Você vai se surpreender ao verificar como é gratificante ter suas finanças equilibradas.

§ Dificuldade de poupar
A forma mais simples de evitar o endividamento é efetivamente poupar e formar uma reserva para situações de emergência. Apesar disso, a maior parte das pessoas, independente de faixa de renda, encontra dificuldades em estabelecer uma estratégia de poupança. É exatamente esta reserva que permite que você não se endivide caso fique doente, perca o emprego ou venha a se separar.

Lembre-se que é mais fácil encontrar pessoas arrependidas de terem consumido por impulso do que reclamando de que deixaram de consumir para poupar. Não é preciso muito para começar: sempre é possível separar 5% do que você ganha para investimento, basta adiar por algum tempo outro gasto menos essencial. É como reeducação alimentar, depois de algum tempo você se acostuma com os novos hábitos de consumo e se sente orgulhoso por isso.

§ Quando falar sobre dinheiro é tabu
Este é um problema que aflige muitas famílias. É importante que tanto o casal, e eventualmente os filhos, participem, na medida do possível, do estabelecimento de metas e objetivos de poupança e investimento. Se todos se mantiverem informados, é mais fácil comunicar quando um dos membros adota um padrão de gastos que não está de acordo com o orçamento!

Nestes casos, a transparência é muito importante. Todos precisam ser honestos e objetivos, caso contrário, as chances de você se surpreender no final do mês com uma conta absurda de celular do seu filho, ou de cartão de crédito da sua filha, são enormes.

§ Analfabetismo financeiro
Esta forma de analfabetismo atinge até mesmo os países mais desenvolvidos, onde uma parcela significativa da população é incapaz de gerir suas contas. Independente do grau de instrução, muitas pessoas simplesmente não apreciam a importância do planejamento financeiro.

No Brasil, pode-se dizer que existe uma herança claramente negativa do período hiper-inflacionário. Isso porque, diante de uma inflação mensal que chegou a superar 50%, o planejamento financeiro de longo prazo se tornava impossível.

Se você faz parte deste grupo de pessoas, está na hora de investir na sua educação. Assim como em qualquer outra área de ensino, o planejamento financeiro exige treinamento. A boa vantagem é que já existe muito material publicado sobre o tema, que pode ajudá-lo rapidamente a se tornar proficiente neste assunto.

Fonte: InfoMoney

Chega de Impostos!



Duzentos e sessenta veículos da capital paulista foram abastecidos nesta segunda-feira, 25, com o litro de gasolina 40% mais barato que o preço médio de mercado. A redução, equivalente à porcentagem de impostos cobrados sobre o combustível, fez parte da campanha Dia da Liberdade de Impostos, que ofereceu em postos de gasolina credenciados - em São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte - a gasolina por R$ 1,4624, enquanto o preço médio chega a R$ 2,399. De acordo com um dos organizadores da campanha, o advogado Ricardo Salles, as 260 senhas distribuídas em São Paulo para o abastecimento com gasolina sem Cide, PIS, Cofins e ICMS acabaram em 40 minutos.

Na capital paulista, o posto credenciado foi o Centro Automotivo Portal das Perdizes (bandeira Ipiranga), na Avenida Sumaré. Cada motorista teve direito a uma cota máxima de 25 litros até as 16h, quando a campanha terminou. A diferença no preço do combustível foi financiada pelas entidades organizadoras do protesto. "Ao todo, disponibilizamos 6 mil litros", afirmou Salles.

A campanha foi organizada pelo Instituto Ludwig von Mises Brasil (batizado em homenagem ao economista grande defensor da liberdade econômica) e por ONGs de defesa da cidadania. A escolha do dia 25 de maio foi simbólica. "A data foi escolhida para lembrar o dia exato em que o brasileiro encerra o período do ano em que só trabalha para pagar tributos", explica Salles. Segundo seus cálculos, o brasileiro tem de trabalhar 145 dias (de 1.º de janeiro a 25 de maio) apenas para pagar tributos governamentais. "A ideia foi permitir que a população perceba o quanto os gastos governamentais pesam no bolso. A sobrecarga tributária impede o crescimento econômico e quem sofre mais são as pessoas com menor renda."

Sobre o preço da gasolina incidem Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), tributos federais que correspondem a 13% do valor final do produto. O consumidor paga ainda ao governo estadual o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), igual a 32% do preço.

Em outros Estados, as filas também se repetiram. Em Belo Horizonte, o primeiro motorista chegou à 1h da madrugada ao posto de gasolina credenciado. No Rio Grande do Sul, os dois postos que ofereceram gasolina sem impostos abasteceram cerca de 400 veículos. No Rio de Janeiro, a fila congestionou o trânsito na rua em que o posto credenciado distribuía senhas.

Impostômetro

Também em protesto contra a carga tributária brasileira, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) chamou a atenção nesta segunda para o Impostômetro, placar que indica no centro de São Paulo quanto o cidadão pagou de impostos desde o início do ano. O medidor chegou às 15h16 à marca de R$ 400 bilhões de impostos federais, estaduais e municipais. No ano passado, o placar passou da marca de R$ 1 trilhão em tributos.

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Fonte: Estadão

Poupar Para Quê?


Como encontrar motivação para investir e realizar todos os seus sonhos mantendo a disciplina para aplicar todo mês no longo prazo
Por Gustavo Cerbasi

Para quem quer colocar em prática um plano de investimentos de longo prazo, são necessários, além de dinheiro, três importantes ingredientes: boa informação, foco no longo prazo e disciplina para seguir um plano promissor para o futuro.
Coloco o dinheiro como um ingrediente de menor importância, pois longo prazo e boa informação viabilizam um plano de sucesso mesmo para quem tem pouco para investir.

Na prática, encontrar motivação é o mais relevante para manter a disciplina durante muito tempo até alcançar seus objetivos. Por mais que se trate de construção de riqueza, não é desprezível o conflito entre abrir mão do bem-estar de hoje para garantir o do futuro. Como a satisfação imediata repercute mais intensamente em nossas emoções, é preciso dar maior clareza aos benefícios futuros para conseguir desistir da riqueza imediata. O primeiro passo, portanto, é perseguir sonhos. Não números. Tende a conseguir maior motivação quem guarda dinheiro para a casa dos sonhos, o casamento, a faculdade dos filhos ou garantir uma determinada renda na aposentadoria. E não quem busca acumular dinheiro só pelo dinheiro.

É preciso também ter uma visão do plano de investimentos como um todo. Quanto poupar por mês? Durante quanto tempo? Qual objetivo a atingir? Como o crescimento dos investimentos é exponencial, o resultado só é perceptível próximo ao final do plano. Se o investidor não estiver consciente do esforço a realizar e dos resultados pífios a atingir nos primeiros anos, tenderá a desistir da sua estratégia após pouco tempo.

É comum me perguntarem qual o melhor investimento para começar um bom plano. Na prática, nenhum investimento será motivante no início, todos gerarão rendimentos nominais muito próximos, seja uma caderneta de poupança, seja um fundo de renda fixa ou de ações.

Planos de previdência privada são boa alternativa para garantir a disciplina. Você já define na contratação do produto a renda que deseja para o futuro e o próprio mecanismo do plano se encarrega de sacar mensalmente da sua conta o valor programado. Os planos empresariais costumam garantir a disciplina por meio de prazos de carência, em que o trabalhador gradativamente adquire direitos maiores sobre uma reserva formada pela empresa à medida que permanece empregado.

Os que se sentem confortáveis em selecionar seus próprios investimentos podem abrir mão das ainda elevadas taxas de carregamento da maioria dos planos de previdência e adotar o conveniente serviço de aplicações programadas, oferecido por muitos dos grandes bancos. Basta informar, através da internet ou do seu gerente, a quantia a sacar todos os meses.

Ao colocar em prática um plano pessoal, sugiro ainda ignorar o saldo total de seus investimentos. Ele não diz nada. O que vale para um projeto de independência financeira é o quanto você ganha com ele, o rendimento de suas aplicações depois de pagar impostos e descontar a inflação no mês. Ao manter aplicações regulares com disciplina, você perceberá que cada mês a mais significará um aumento em seus rendimentos. Significará também uma proximidade maior com o dia em que esses rendimentos serão suficientes para sustentar sua família. Prefira, sempre, referências que você possa acompanhar entre intervalos curtos de tempo. Assim, certamente, você realizará seus sonhos.

Fonte: Você S/A.

Faces do Desperdício



Somos uma nação com clima, solos, riquezas naturais e minerais de dar inveja a qualquer país de primeiro mundo.

Temos matéria-prima para a industrialização de inúmeros produtos no exterior. Somos um país certo no lugar exato, um país realmente bonito por natureza e produtivo por excelência.

O Brasil de 177 milhões de habitantes tem reconhecimento internacional, seja na produção agrícola ou nas indústrias. Uma nação emergente, um gigante que não está mais adormecido. Na verdade, somos um "golias" que tem incomodado muitos países adeptos aos subsídios para a produção.

Uma boa demonstração da nossa eficiência produtiva vem das lavouras espalhadas por este "rincão sem fim".

Um exemplo é a produção de grãos. Nas últimas safras, as lavouras brasileiras produziram 115,2 milhões de toneladas de produtos como milho, soja e feijão. Uma colheita farta e cheia de bons frutos. Para se ter uma idéia da capacidade brasileira de produzir no campo, nos últimos 13 anos a área plantada no Brasil cresceu 12% e a produção física, 99%, ou seja, a produtividade no campo aumentou 74%. Isso significa que produzimos mais em uma área que pouco cresceu.

O resultado desse crescimento alimentar é explicado pelas tecnologias aplicadas no campo. Desde pesquisas elaboradas nos mais importantes laboratórios de empresas especializadas no ramo até o uso de equipamentos modernos de plantio e colheita. São máquinas computadorizadas, guiadas por satélites e que, no fim do dia, emitem o resultado da colheita dando números precisos sobre a quantidade de grãos colhidos. Uma tecnologia comparada à mesma utilizada em países como Estados Unidos e Austrália.

Na produção de carne o Brasil é também uma potência. Em 2002, o país produziu 17,2 milhões de toneladas de carne ( bovina, suína e aves ) e a quantidade exportada superou a casa dos de três bilhões de dólares.
Toda essa atividade, conhecida como agronegócio, representou 29% do Produto Interno Bruto, o que gerou mais de R$ 424 bilhões. O agronegócio brasileiro gera hoje 37% do total dos empregos e 41% do total de exportações nacionais.

Mas no Brasil, que tem condições de produzir alimento para o mundo, existe um contraste grotesco e que em muitas vezes nos deixa envergonhados. Ao mesmo em tempo que estamos produzindo no campo, criamos condições que levam diariamente para o lixo milhares de produtos que poderiam alimentar quem sofre com a fome no país.

Todo santo dia, 39 mil toneladas de comida em condições de alimentar um ser humano alimentam uma outra boca, a do lixo. O desperdício é gerado em restaurantes, mercados, feiras, fábricas, quitandas, açougues e até mesmo dentro de nossa própria casa. O que se joga fora, é suficiente para dar café, almoço e jantar diariamente a 19 milhões de pessoas.
Enquanto muita comida é jogada no lixo, mais de 44 milhões de brasileiros vivem na linha da miséria. Do total, quase 20% de toda essa gente efetivamente passa fome no Brasil.

Fonte: Revelação On-Line

Aprendendo a Investir em Ações: Tipos de Fundos


Continuando a apresentação do tópico fundos de investimentos, onde no artigo passado repassamos algumas Dúvidas sobre Fundos de Investimentos, hoje mostramos os principais tipos de fundos.

Fundos Referenciados
Fundos referenciados são aqueles que adotam uma administração passiva, ou seja, o fundo busca replicar a performance de determinado indicador. Os fundos referenciados devem ser compostos por no mínimo 95% de ativos de renda fixa que acompanham o desempenho de um único indicador escolhido pelo administrador, como o CDI ou o dólar. Pelo menos 80% da sua carteira deve ser aplicada em títulos públicos federais ou ainda títulos de empresas privadas, que apresentem baixo risco de crédito. Estes fundos não podem possuir uma posição que comprometa seu patrimônio em operações futuras, evitando possibilidades de perdas. Fazem parte deste grupo:

· Fundos DI - Estão totalmente atrelados à variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) no prazo de um dia. A indexação é feita por meio de derivativos financeiros, como swap de taxas, 95% da sua carteira acompanha a variação do CDI e a taxa Selic, o que garante baixíssimo risco para o investidor. São fundos que acompanham a taxa de juros, sendo indicados para cenários cuja expectativa é de alta da taxa de juros.
· Fundos Cambiais - Buscam proteger a moeda nacional contra eventuais desvalorizações. Aplicam em títulos de renda fixa corrigidos pelo dólar, como NTN- C (Notas do Tesouro Nacional Cambiais) e export notes. Instrumentos de derivativos como swap de dólar também são permitidos. É indicado para quem possui dívidas em dólar ou quem acredita na desvalorização da nossa moeda.
· Outros - Buscam acompanhar qualquer parâmetro de performance que não os dos mercados de câmbio (variação do dólar) ou de juros de curto prazo (CDI). Para isso, irá investir em qualquer classe de ativos com o objetivo de acompanhar as variações do parâmetro de performance escolhido.

Renda Fixa
Os Fundos de Renda Fixa buscam retorno através do investimento de seu patrimônio diretamente em diversos títulos do mercado, como títulos públicos federais, CDB's, debêntures, entre outros. Todo o patrimônio líquido dos FIF's pode ser alocado em títulos públicos federais. Conforme norma do BACEN, sua carteira não pode ultrapassar 49% dos investimentos em ações e cotas de fundos de ações. O percentual da carteira em títulos emitidos por uma mesma pessoa jurídica, sociedades por ela controladas ou coligadas deve ser de no máximo 10% do patrimônio. As aplicações em papéis de uma única instituição financeira ou coligadas não podem representar mais do que 20% dos recursos. Os FAC's aplicam seu patrimônio em cotas de diferentes FIF's, portanto, preferem aplicar em cotas de fundos diversos inclusive de outras instituições. A carteira de fundos é composta basicamente por CDB's de diversas instituições e títulos públicos pré e pós fixado, variando de acordo com a estratégia do gestor.

· Renda Fixa Crédito - Este fundo diferencia-se do Renda Fixa apenas pela possibilidade de investimentos com risco de crédito acima do limite previsto na legislação dos "não referenciados". O fundo investe em título de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, excluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preços, de moeda estrangeira ou de renda variável (ações, opções, etc).
· Renda Fixa Multi-Índices - Busca retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço. Inclui-se nesta categoria os fundos de renda fixa com risco de indexadores (fundos IGPM, etc) sem alavancagem, entre outros.
· Renda Fixa Alavancado - Buscam retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço, excluindo-se, porém, investimentos que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações, etc). Diferencia-se dos fundos de renda fixa multi-índices apenas pela possibilidade de fazer alavancagem.

Fundos Balanceados
São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos.
Procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e através de deslocamentos táticos entre as classes de ativos ou estratégia explícita de rebalanceamento de curto prazo, não se utilizando de alavancagem.

· Sem alavancagem, sem Renda Variável - São fundos regulamentados pelo Banco Central que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, exceto renda variável. Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, não se utilizando de alavancagem.
· Sem alavancagem com Renda Variável - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, incluindo renda variável. Procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e não se utilizam de alavancagem. Estes fundos não têm explicitado o mix de ativos com o qual devem ser comparados e podem, inclusive, ser comparados a parâmetro de desempenho que reflita apenas uma classe de ativos.
· Com alavancagem, sem Renda Variável - São os fundos regulamentados pelo Banco Central que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, exceto renda variável. Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, podendo inclusive se utilizar de alavancagem.
· Com alavancagem com Renda Variável - Classificam-se neste segmento os fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM que busquem retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, câmbio, por exemplo) incluindo renda variável (ações, etc.). Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado, podendo também se utilizar de estratégias que impliquem em alavancagem dos recursos.

Fundos de Investimento no Exterior
Fundos com objetivo de investir preponderantemente em títulos representativos da dívida externa de responsabilidade da União.

Fundos de Ações Indexadas
São chamados fundos de ações passivos porque têm suas carteiras atreladas a um benchmark, com o objetivo de acompanhar o comportamento deste índice. A carteira desses fundos, portanto, é bem parecida com a composição do índice escolhido.
· IBOVESPA - Fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, tem como objetivo de investimento é acompanhar comportamento do Ibovespa.
· IBX - Fundos regulamentados pelo Banco Central ou CVM, cujo objetivo de investimento é acompanhar o comportamento do IBX.

Fundos de Ações Ativos
Procuram atingir rentabilidade superior ao benchmark indicado, que pode ser o IBOVESPA, IBA ou IBX. Os administradores normalmente mencionam no regulamento o mecanismo que será utilizado para atingir tal rentabilidade.
· IBOVESPA - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o Ibovespa.
· IBOVESPA com alavancagem - São fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o Ibovespa. Esses fundos podem realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio.
· IBX - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBX.
· IBX com alavancagem - São fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBX. Esses fundos podem realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio.
· IBA - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, que possuem estratégia explícita de superar o IBA. Não admitem alavancagem.

Fundos de Ações Setoriais
Estão classificados nas seguintes categorias:
· Sem Alavancagem - Classificam-se neste segmento os fundos de ações abertos que não se enquadrem em nenhum dos segmentos.
· Com Alavancagem - Classificam-se neste segmento os fundos de ações abertos que não se enquadrem em nenhum dos segmentos.

Fundos de Ações Fechados
São fundos fechados, com um determinado número de cotista que permanecem no fundo por um período de tempo previamente estabelecido, no qual neste período o fundo não emite nem compra cotas, com isso, o cotista que optar por sair do fundo terá que colocar outro em seu lugar.

Fundos de Investimento Imobiliário
Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores, com o objetivo de aplicar recursos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos.

Como avaliar o desempenho dos fundos?
É possível avaliar o desempenho dos fundos através dos indicadores:
- Transparência: o prospecto e o regulamento do Fundo são os instrumentos básicos de informação no momento inicial do investimento. É obrigação dos administradores de recursos fornecerem todo o tipo de informação relevante para o cotista em especial: todas as taxas e despesas cobradas do cotista, condições de emissão e resgate de cotas, objetivos e política de investimentos do fundo, abertura periódica da composição da carteira, a política de investimento dos fundos, os riscos envolvidos e os principais direitos e responsabilidades dos gestores e investidores.
- Índice Sharpe: relaciona o retorno/risco em um investimento. Deve ser utilizado para comparar fundos de uma mesma categoria; quanto maior o retorno e menor o risco, melhor será o Índice Sharpe; e quanto maior for este índice melhor será a relação retorno/risco.
- Volatilidade: dispersão positiva ou negativa em relação as médias das rentabilidades diárias. Um investimento com alta volatilidade deve ser considerado como de maior risco.
- Benchmark: indicador que é referência de performance que cada fundo busca acompanhar. Os fundos de Renda Fixa costumam ter como ponto de referência o CDI, tendo a meta de obter resultados iguais ou superiores à taxa do CDI. Já os fundos de Renda Variável possuem como principal benchmark o Índice Bovespa, buscando alcançar a rentabilidade anual igual ou maior que o IBOVESPA.
- Alavancagem: a alavancagem ocorre quando o gestor assume obrigações maiores do que o patrimônio do fundo. O regulamento de cada fundo preceitua quanto é o limite de alavancagem de cada fundo.
- Histórico do gestor e do Fundo: a evolução do valor das cotas do fundo é um bom parâmetro para se tornar como base na escolha de um fundo de investimento, lembrando que política de gestão praticada, o gestor e procedimentos de análises no período atual não são garantidas pelas rentabilidades passadas.

É possível perder tudo com ações?


Este é um trecho do livro Bem-Vindo à Bolsa de Valores, um livro de linguagem simples que ensina de maneira clara como investir em ações.

Perder tudo é realmente preocupante. "Afinal, aplicar o dinheiro na Bolsa de Valores é um investimento dos mais arriscados!", como muitos dizem. Mas posso lhe afirmar uma coisa: a dor de perder tudo é igualmente proporcional à dor de pagar as contas de todos os meses, e continuar com nada.

O lado bom é que você não corre tanto esse risco, pelo menos não de uma só vez, ou de um dia para o outro. Desde que sejam observados alguns detalhes, e tomados alguns cuidados, você pode enfrentar tranquilamente um momento ruim de mercado com um percentual pequeno de perda.

Voltando a falar sobre o medo de perder tudo, você já perdeu tudo alguma vez na vida? Não? Tem certeza? Que sorte! Então responda algumas perguntas simples:

- Onde foi parar o seu salário do mês passado?
- O que você fez com o seu último décimo terceiro? E com os anteriores?
- Onde você guardou aquela bonificação pelas horas extras que trabalhou?
- E o dinheiro que você está recebendo por ter sido promovido?
- E quando aquele parente pagou o que lhe devia, onde usou este capital?

Para muitos a resposta foi "não sei!". Para outros, seria "gastei com...". Então você já perdeu tudo! E corre o risco de estar repetindo isso mês após mês. Por quanto tempo pretende continuar assim?

Veja o que é curioso: você recebe um salário "x" todo mês, paga suas contas, prestação do cartão de credito, supermercado, gasolina, com o restante faz umas comprinhas, e fecha o mês sem nada.
Quanto houve de aumento de capital disponível no seu caixa? Nada ou quase nada. Quanto houve de sobra para que possa juntar e aplicar em algo seu, realmente seu, que lhe traga um retorno maior um dia?

Se você tivesse poupado 20 ou 30% somente dos extras que recebeu (veja que nem estamos falando no seu salário fixo mensal), e encaminhado essa quantia para sua conta de investimentos, quanto você teria agora? Percebe a diferença? Por piores que tivessem sido as escolhas e acontecimentos com os seus investimentos, ainda assim você teria grande parte desse capital poupado.

Existem inúmeras formas de gastar nosso dinheiro. Mesmo sem perceber, temos gravado em nosso subconsciente o desejo de gastar. Não é natural termos dinheiro sobrando. As razões para consumir vão surgir, e uma vai sempre aparecer mais tentadora e justificável que a outra.

Então que tal começar, a partir de hoje, a se preocupar mais em economizar 10 ou 20% da sua renda mensal, e menos em gastá-la instantaneamente? Quando você se der conta, vai ter acumulado uma boa quantia para dedicar aos seus investimentos, que provavelmente teria sido gasta com coisas desnecessárias.


Vídeo: Investimentos

Segue abaixo um excelente vídeo do autor Gustavo Cerbasi, o qual já citamos no blog o artigo do seu livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos.

Este vídeo foi feito durante a Expo Money de Salvador em 2009 e possui alguns ensinamentos valiosos.

Segue um trecho retirado do vídeo:
"As pessoas por razões históricas, por termos crescido num ambiente de inflação, as pessoas tem a sensação de que equilíbrio financeiro é estar com as contas em dia, ou empatadas, ou seja, gastar tudo o que se ganhou e não ter pendência, não ter dívidas.
Na verdade as pessoas não estão percebendo que num mundo do trabalho as carreiras estão ficando cada vez mais curtas e a vida está ficando cada vez mais longa, então dinheiro que se ganha com qualquer tipo de trabalho não é pra manter o mês, é pra manter a vida."

Confira o vídeo:


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Aprendendo a Investir em Ações: Dúvidas sobre Fundos de Investimentos



Apresentamos os fundos de investimentos no artigo Como Comprar Ações, e também em Vídeo. Hoje detalhamos as principais dúvidas relacionadas a este tema.

Por que investir em Fundos?
Os fundos são uma alternativa fácil e prática para investir. Eles permitem aos investidores diversificarem o portfólio e participarem de mercados complexos e avançados.
Quando aplica em um fundo o investidor transfere a gestão da carteira para um especialista, que acompanha e analisa o mercado diariamente em busca de boas oportunidades de investimento. Este trabalho demanda tempo, experiência. Normalmente, os investidores não são especialistas nas operações do mercado financeiro e, também, não têm tempo para administrar os recursos. Com isso, a melhor alternativa acaba sendo investir em fundos.

Quais os riscos de se investir em Fundos?
Os fundos podem se expor em maior ou menor grau a alguns tipos de risco, dentre os quais os principais são o risco de crédito e o risco de mercado.
O risco de crédito está associado a capacidade do emissor do ativo honrar seu compromisso financeiro, bem como a contraparte da operação de compra ou venda do ativo não cumprir a operação previamente realizada.
O risco de mercado está relacionado a oscilações no valor diário dos ativos que compõem as carteiras dos fundos, em virtude de alterações dos diversos fatores que influenciam determinado mercado.
Portanto os fundos de investimentos podem apresentar rentabilidade negativa. Ao aplicar em um fundo com perfil agressivo, os administradores buscam alcançar a maior rentabilidade, assumindo um maior risco. Desta forma, a ocorrência de algum evento político ou econômico pode levar a uma rentabilidade negativa.

Quem administra os Fundos?
Os fundos são administrados por instituições financeiras devidamente autorizadas pelo Banco Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários a administrarem recursos captados junto ao público na forma de fundos.
A política de investimento do fundo, que estabelece as operações que podem ser realizadas em sua carteira, é determinada pelo administrador, definida em seu regulamento, e deve ser aceita por todos os investidores.
A composição da carteira de um fundo sempre deve ser compatível com sua política de investimento.

Quais são os órgãos reguladores dos Fundos?
O Conselho Monetário Nacional (CMN) é o órgão que autoriza a criação e o funcionamento dos fundos, mas o controle e o acompanhamento da gestão será feito pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou pelo Banco Central do Brasil (Bacen), dependendo da composição e política de investimento do fundo. O Bacen é o responsável pela regulação e fiscalização dos fundos de renda fixa, já a CVM é responsável pela regulação e fiscalização dos fundos de renda variável.

O que determina a rentabilidade de um Fundo?
A rentabilidade do fundo dependerá da variação dos ativos que compõe sua carteira, que deverá ser compatível com a política de investimento prevista no regulamento desse fundo.
Quando comparamos fundos da mesma categoria, ou seja, que possuem políticas de investimento semelhantes em relação à composição de suas carteiras, a rentabilidade irá depender da taxa de administração cobrada, que varia de acordo com o fundo e a instituição.

Quais as taxas cobradas?
- Taxa de administração: é a remuneração cobrada pela instituição administradora pelo serviço de gestão e custódia dos recursos. A porcentagem cobrada deverá ser informada no regulamento do fundo. Essa taxa é calculada diariamente sobre o patrimônio líquido do fundo, independente do resultado do mesmo.
- Taxa de performance: é uma taxa extra, cobrada pelo administrador sobre uma parcela da rentabilidade do fundo, que exceder a variação de um determinado índice previamente estabelecido.

Brasileiro passará quase metade da vida pagando impostos



Através do artigo Feliz Ano Novo mostramos que o nosso ano começou agora em maio. Hoje apresentamos quanto tempo da vida utilizaremos para pagar os impostos.

O Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), divulgou pesquisa apontando que o patrão é um perdulário. De acordo com o instituto, o Governo Lula, no primeiro trimestre deste ano, gastou R$ 3,2 bilhões a mais em custeio da máquina pública que no mesmo período do ano passado. Seria um crescimento de 23,5% em despesas como luz, telefone, gasolina, material de escritório, cafezinho, passagens aéreas, etc.
O aumento de investimentos públicos (este sim um gasto sadio) ficou em apenas R$ 783,7 bilhões.
Em termos percentuais, o governo usa 1% do PIB para investimentos e o dobro (1,99% do PIB) em custeio.

“Não há dúvida de que o governo é gastador”, diz Mansueto Almeida, economista do Ipea responsável pelo estudo.

O IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) diz que cada brasileiro nascido em 2008 está condenado a passar quase metade da vida trabalhando para pagar impostos. E faz um histórico interessante sobre a relação expectativa de vida/carga tributária:

Em 1900, a expectativa de vida era de 33,4 anos e a expectativa de pagamentos de tributos era de 3,92 anos. Em 2008, a expectativa de vida do brasileiro subiu para 72,3 anos. Desse período de vida, ele trabalhará 29,3 anos apenas para pagar impostos.

Veja o que diz o IBPT sobre a evolução recente da carga tributária:

“Em 2003, do seu rendimento bruto, o contribuinte brasileiro teve que destinar em média 36,98% para pagar a tributação sobre os rendimentos, consumo, patrimônio e outros. Em 2004 comprometeu 37,81%, em 2005 destinou 38,35%, em 2006 destinou 39,72%, em 2007 comprometeu 40,01% e em 2008, 40,51% do seu rendimento bruto se destinará para o pagamento de tributos. Assim, no ano em curso, dos 12 meses do ano, o cidadão tem que trabalhar 4 meses e 27 dias somente para pagar toda esta carga tributária.”

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Doe Calor!


Teve início a Campanha do Agasalho "Doe Calor 2009", promovida pela Prefeitura Municipal de Curitiba, pelo Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC) e pela Fundação Ação Social (FAS).

Este ano a campanha pede mais pela doação de cobertores, que, segundo afirma a presidente do IPCC, Helena Pereira Oliveira, é o item mais requisitado pelas famílias nas comunidades. "As pessoas pedem mais pelos cobertores que são divididos entre seus familiares", afirma.

A campanha vai até o dia 31 de agosto e os cobertores e agasalhos arrecadados ajudarão a esquentar o inverno de mais de 50 mil famílias curitibanas. As doações podem ser feitas nos postos de coleta listados no site do IPCC

Livro: Bem-Vindo à Bolsa de Valores

Compre pelo Submarino
Você já pensou em investir em ações, mas desistiu só de imaginar a agitação e o universo, aparentemente incompreensível, da Bolsa de Valores? Achou que era preciso ter muito dinheiro para começar? Então saiba que investir em ações é um processo simples, independente e que qualquer pessoa pode participar desse mercado. O livro Bem-Vindo à Bolsa de Valores, escrito para iniciantes, ajudará a compreender o mecanismo dos investimentos de forma fácil e rápida, para que você consiga comprar e vender ações pela internet.

- Invista sem complicação e com qualquer quantia;
- Realize bons negócios comprando papéis de empresas como Petrobras, Natura, Submarino, Vivo, Vale, Lojas Americanas etc.;
- Participe ativamente da abertura de capital das novas empresas relacionadas na Bolsa de Valores;
- Saiba como proteger seu dinheiro das grandes oscilações de preços;
- Acerte em cheio na escolha do home broker mais adequado ao seu perfil de investidor;
- Faça parte do mercado que pode render 10, 20, 30 vezes mais do que a poupança ou os fundos de renda fixa.

Realmente um livro de linguagem simples e que ensina sem complicar, recomendo!

Depois da renda variável, Bolsa quer popularizar o Tesouro Direto


Depois de lançar um projeto de popularização da renda variável no Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo pretende, agora, incentivar a renda fixa, ou o investimento em títulos públicos federais.

Dentre as iniciativas, está ampliar a comercialização de títulos do Tesouro Direto em home broker, o que está previsto para terminar em outubro deste ano.

De acordo com o diretor de Mercado à Vista da BMFBovespa, Fábio Urban, o programa chamado "Vai Até Você - Tesouro Direto" parte de três frentes. A primeira delas é o marketing educacional, com palestras e divulgações no site da BMFBovespa (www.bmfbovespa.com.br), como, por exemplo, um e-learning que explica o passo-a-passo para aplicar no Tesouro Nacional.

Nesta semana, houve a estreia da iniciativa, com uma palestra sobre Tesouro Direto realizada na FGV (Fundação Getulio Vargas). A partir de junho, será disponibilizado um simulador no site da Bolsa para que as pessoas saibam quanto têm de investir no Tesouro para alcançar um sonho, como a compra da casa própria ou uma viagem.

Tarifas menores
A segunda iniciativa da BMFBovespa foi a de mudar a tarifa para aplicação no Tesouro Direto, que é o programa criado pelo Tesouro Nacional, em 2002, em parceria com a Bolsa, para democratizar o acesso a investimentos em títulos federais, incentivar a formação de poupança de longo prazo e facilitar o acesso a informações sobre sua administração.

Com a nova tarifação, no momento da compra do título, é cobrada uma taxa de negociação de 0,10% sobre o valor da operação. Há também uma taxa de custódia da BMFBovespa de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. Ela é cobrada semestralmente.

"O foco é a popularização. O tesouro concorre com a renda fixa e é bastante competitivo", afirmou Urban. Atualmente, são 153 mil investidores cadastrados no Tesouro. Entre março de 2008 e deste ano, ele afirmou que houve aumento de 75% no estoque do Tesouro - que representa os títulos públicos em poder dos investidores -, que atualmente está em R$ 2,7 bilhões.

Home broker
A terceira frente da BMFBovespa para popularizar a renda fixa é permitir a comercialização de títulos públicos em home broker. "Quando entrar no home broker, o cliente terá um link para o Tesouro Direto e pode comprar e vender. O ambiente fica todo integrado", explicou o diretor de Mercado à Vista.

Algumas corretoras já começaram a oferecer esse serviço, mas a BMFBovespa pretende ampliar isso. "Na verdade, desde 2002 a integração é possível. Só que a gente tem hoje três agentes integrados e precisa integrar os outros", comentou Urban, que ainda disse que o término dessa integração deve ser em outubro.

A BMFBovespa vai subsidiar o custo das corretoras que ainda não integraram a negociação do Tesouro em seu sistema de home broker. Dez corretoras serão beneficiadas a partir de critérios como a atual participação da empresa no Tesouro Direto, a taxa de administração cobrada de seus clientes e a sua presença no mercado de renda variável.

Fonte: InfoMoney

Poupança: Saiu a Definição do Governo



As aplicações na caderneta de poupança acima de R$ 50 mil serão tributadas com Imposto de Renda a partir de 2010. Será tributado apenas o que exceder tal valor, segundo o ministro Guido Mantega (Fazenda). Hoje, todas as aplicações na poupança estão isentas.

Assim, uma aplicação de R$ 70 mil pagará imposto sobre o rendimento mensal dessa diferença, nesse caso, R$ 20 mil.

O governo também vai reduzir tributos dos fundos de investimento para compensar a queda na taxa básica de juros, que afetou a rentabilidade dessas aplicações.
A mudança será feita por meio de uma medida provisória, no caso dos fundos. No caso da tributação da poupança, a mudança ainda precisa ser aprovada pelo Congresso.

De acordo com a equipe econômica, as aplicações acima de R$ 50 mil representam cerca de 1% das contas na caderneta de poupança.

A cobrança do IR será feita na fonte quando o valor do rendimento for superior a R$ 7.750, considerando a Selic atual (10,25% ao ano). Caso contrário, o IR só será pago na declaração do IR do ano seguinte.

Queda no juro
A tributação da caderneta só valerá para períodos em que a taxa de juros esteja abaixo de 10,50% ao ano e não 10,25%, como informado primeiramente por Mantega. A expectativa do mercado financeiro é que o Banco Central reduza a taxa para 9,5% já no início de junho.

O governo também informou que vai reduzir o IR de fundos de investimentos em 2009. Hoje, essa tributação varia de 22% a 15%, de acordo com o tempo de aplicação. Com isso, essas aplicações devem continuar mais atrativas que a poupança, e os bancos não serão obrigados a reduzir as taxas que cobram dos seus clientes.

O governo também vai criar um regime especial de tributação para as pessoas que têm como única fonte de renda a caderneta de poupança. Nesse caso, a tributação só vai afetar quem tem aplicações acima de R$ 850 mil, segundo o ministro.

Mudança era necessidade
De acordo com o governo, as mudanças têm como objetivo evitar uma migração de recursos dos fundos para a poupança. De acordo com o governo, isso poderia causar problemas na rolagem da dívida pública, cujos títulos servem de base para as aplicações dos fundos.

"Na medida em que comece a haver uma migração [para a poupança], haveria um problema especulativo e começaria a faltar recursos no mercado para empréstimos normais, vamos ter um aperto de crédito", disse o presidente do BC, Henrique Meirelles, que também participou do anúncio com Mantega.

Fonte: Folha

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Poupança: Alteração pode sair quarta, mas depende de impasse sobre tributação



A assessoria do ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que as alterações na caderneta de poupança podem ser divulgadas na quarta-feira (13), após reunião do Conselho Político, mas depende do impasse que surgiu com a proposta de redução da tributação em fundos de investimento.

A proposta foi apresentada pelo coordenador das discussões sobre mudanças nas cadernetas, Bernard Appy, e pretende barrar uma possível migração de investidores dos fundos para a poupança, aplicação que se torna mais atrativa com a queda da taxa básica de juros, a Selic.

De acordo com a Agência Brasil, Appy afirmou que é "besteira" que existe um impasse provocado no governo pela proposta que ele apresentou.

Poupança x Fundos
Uma pesquisa realizada pelo professor e economista José Dutra Sobrinho mostrou que os cortes na Selic têm diminuído cada vez mais a diferença de rentabilidade entre poupança e fundos de renda fixa. Depois da última redução realizada pelo Copom (Comitê de Política Monetária), de 11,25% ao ano para 10,25% ao ano, apenas os fundos com taxa de administração abaixo de 1% se tornaram mais atrativos que as cadernetas."

Para taxas de administração superiores a 1%, já temos problemas para quem tem fundos", explicou o professor, que ainda disse que essa cobrança é calculada diariamente pelas administradoras dos fundos.

Fonte: InfoMoney

Aprendendo a Investir em Ações: Fundos de Investimento

Conforme apresentado no artigo Como Comprar Ações, uma das formas de investimento em ações é via fundos de investimento. Perfis diferentes requerem formas diferentes de investir, por isso hoje separamos um vídeo com uma explicação desta forma de aplicação.
Conheça melhor.

Pensamento do Dia

"O dinheiro é um bom criado, mas um mau senhor"
Francis Bacon

Resultado da Enquete - 23 de abril de 2009

Em 23 de abril, perguntamos: "Quais São as Suas Formas de Investimentos?". Sugerimos na ocasião as respostas abaixo, podendo ser escolhido mais de uma opção. Vejam o resultado da enquete.

33,33% - Poupança
33,33% - Ações

9,52% - Tesouro
9,52% - Nenhum
4,76% - Fundos de Renda Fixa
4,76% - CDB
4,76% - Imóveis

Faça o seu Dinheiro Trabalhar Para Você



Através do artigo Dia do Trabalho – Saia da Matrix, paramos para pensar sobre o trabalho e o dinheiro, e sentimentos como ambição e medo.
Hoje apresentamos a primeira lição do livro Pai Rico Pai Pobre, escrito por Robert Kiyosaki, esta lição é reforçada no livro Independência Financeira.

Lição 1: Os ricos não trabalham pelo dinheiro.
Eles usam o cérebro. Aprenderam a estar sempre pensando, a observar e descobrir o que podem fazer com as "oportunidades" para ganhar muito.

É o medo que faz a maioria das pessoas trabalhar num emprego. O medo de não pagar as contas. O medo de ser mandado embora. O medo de não ter dinheiro suficiente. O medo de começar de novo. Esse é o preço de aprender uma profissão ou habilidade e então trabalhar pelo dinheiro. A maioria das pessoas se torna escrava do dinheiro.
Se existe o medo de não ter dinheiro suficiente, em vez de sair correndo para procurar um emprego a fim de ganhar algum, as pessoas deveriam se perguntar: "Um emprego seria, no longo prazo, a melhor solução para esse medo?" Na verdade, Não. Um emprego é na verdade uma solução de curto prazo para um problema de longo prazo.
Você tem que aprender a dominar o poder do dinheiro. Aprender a não ter medo do dinheiro. Se não aprender isso se tornará escravo do dinheiro. Se não cuidar do medo e do desejo e não ficar rico, será apenas em escravo bem pago.
A causa principal da pobreza e das dificuldades financeiras está no medo e na ignorância, não na economia, no governo ou nos ricos.

É o medo e a ignorância que instalamos em nós mesmos que mantém as pessoas presas na armadilha. Um carro novo, uma lancha, uma casa grande para impressionar os amigos são medos e desejos que empurram para fora da porta, fazendo com que caiam na armadilha.
Viver uma vida determinada pelo montante de seu contracheque não é realmente viver.
Pensar que um emprego o fará se sentir seguro é mentir para si mesmo.
É cruel e é a armadilha que deve ser evitada, se possível. Não deixem o dinheiro dominar sua vida. É a ignorância sobre o dinheiro que causa tanta ambição e tanto medo.

Escolha o que pensar em vez de reagir às emoções O pensamento o levaria a dedicar tempo, fazendo a si mesmo as perguntas:
- "Trabalhar com mais afinco seria a melhor solução para esse problema?", e
- "O que eu estou perdendo aqui?"
Essas perguntas interrompem o pensamento emocional e leva a pensar com clareza.

"Os pobres e a classe média trabalham pelo dinheiro.
Os ricos fazem o dinheiro trabalhar para eles."


Os ricos sabem que o dinheiro é uma ilusão. É uma ficção.
Procure esquecer o mais cedo possível que precisa de um contracheque, pois tornará mais fácil a sua vida adulta. Use o cérebro, trabalhe de graça e logo sua mente lhe mostrará formas de ganhar muito mais dinheiro do que podem lhe pagar. Verá o que outras pessoas nunca percebem: oportunidades que estão à frente de seu nariz, que a maioria não enxerga, pois está atrás de dinheiro e segurança e é o que recebem. Ao vislumbrar uma oportunidade, a reconhecerá pelo resto de sua vida.
Identificada uma oportunidade, qualquer que seja ela, force sua imaginação identificando uma forma de ganhar dinheiro.

Algumas formas de fazer o seu dinheiro trabalhar para você:
- Negocio próprio, de preferência negócios que não exigem sua presença. O negócio rende dinheiro para você, mesmo que não esteja fisicamente presente.
- Imóveis que gerem renda.
- Ações
- Títulos Públicos
- Fundos de Renda Fixa
- CDB

Mulheres em Ação



Em 2002, quando lançou a campanha de popularização do mercado de capitais “BM&FBovespa Vai Até Você”, a Bolsa percebeu o interesse feminino pelo mercado de ações, e então resolveu entender melhor quem é a mulher da atualidade. Assim, realizou uma pesquisa em seis capitais brasileiras e descobriu uma mulher empreendedora, preocupada com o futuro, e com uma característica peculiar que fortalece sua ligação com os nossos mercados: o longo prazo.

Diante do interesse do público feminino por esta opção de investimento, em 2003 a Bolsa criou o Mulheres em Ação, e hoje ele é um dos programas permanentes de popularização dos mercados da BM&FBovespa. O programa já promoveu centenas de apresentações pelo Brasil, marcando presença inclusive no exterior com palestras na Suíça e Argentina.

Objetivo
Além estabelecer um canal entre as mulheres e os mercados da Bolsa, um dos desafios é divulgar a cultura do "poupar" diante do apelo do consumo que estimula o "gastar mais do que se ganha". Diante desta realidade, o portal desenvolve também um trabalho de Educação Financeira, no intuito de dar orientações para este público de como planejar o orçamento doméstico, organizar suas finanças e se livrar das dívidas.

Por meio do portal, dos cursos que promove ou dos eventos em que está presente, o Mulheres em Ação busca informar que o investimento em bolsa, por sua natureza de longo prazo, é justamente aquele que viabiliza a concretização de grandes objetivos - seja a compra de um imóvel, uma especialização importante para a carreira, o estudo dos filhos, uma aposentadoria confortável, ou mesmo, uma reserva para eventuais emergências. Além disso, mostra que o investimento em ações contribui para a expansão das empresas de capital aberto e para o fortalecimento da economia brasileira.

Portal
O portal do programa Mulheres em Ação traz novas seções: Investimento e Futuro , Orçamento Pessoal ; Consumo e Comportamento , em que as investidoras poderão sempre encontrar informações atualizadas sobre esses temas, além de ferramentas (planilha de controle orçamentário e calculadora de gestão de finanças pessoais), vídeos educativos, apresentados pela atriz Cissa Guimarães, e um espaço para fóruns. Com foco na educação, dá acesso para inscrição em cursos, participação no simulado de investimento em ações FolhaInvest , Guia Online do Mercado e um dicionário de finanças. Os vídeos educativos podem ser assistidos também no site móvel da BM&FBovespa para iPhone.

Participação das Mulheres no Mercado
Desde o início do programa de popularização da Bolsa, em 2002, o número de investidoras em ações registrou crescimento de 730%, passando de 15.030 para 124.589, em fevereiro deste ano. Atualmente, elas representam 23,32% do total de investidores pessoas físicas. A maior parte, 31.779, tem faixa etária de 26 e 35 anos. A segunda maior fatia está entre 36 e 45 anos, com 26.860 investidoras. Entre 46 e 55 anos, o total chega a 25.788 mulheres.

Para conhecer o portal acesse http://www.bmfbovespa.com.br/mulheres/home.asp

Petrobras é a Quarta Empresa mais Respeitada do Mundo, Mostra Pesquisa



Recentemente apresentamos a notícia de que a Petrobras havia iniciado uma nova era, pois bem, a Petrobras (PETR4) passou do vigésimo para o quarto lugar entre as empresas mais respeitadas do mundo, conforme pesquisa apresentada pela assessoria norte-americana RI (Reputation Institute).

A estatal brasileira obteve 82,37 pontos, ficando 18,17 pontos acima da média mundial, que na pesquisa deste ano ficou em 64,20 pontos. Na pesquisa, foi destacado o desempenho da Petrobras nas categorias ambiente de trabalho, governança, cidadania e desempenho financeiro.
No ranking, a Sadia foi relacionada na quinta posição, enquanto Votorantim e Vale na vigésima e vigésima oitava colocação, respectivamente.

À frente da Petrobras, no ranking internacional, ficaram a empresa italiana Ferrero, a sueca Ikea, além da norte-americana Johnson & Johnson. A Petrobras integrou o grupo das 17 empresas mundiais com reputação excelente, classificação mais alta da pesquisa.

Produção de álcool
Em sua posse como novo presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, informou que a empresa começará a produzir álcool neste ano por meio da compra de participações minoritárias em usinas, conforme anunciou José Sergio Gabrielli, presidente da estatal.

Segundo Rossetto, a capacidade atual das usinas localizadas na Bahia, Minas Gerais e no Ceará aumentará dos atuais 150 mil toneladas anuais para 230 mil toneladas em 2010.

Fonte: Infomoney

Tesouro Direto: Gráficos de Rentabilidades



Dando sequência no assunto Tesouro Direto, onde no artigo passado mostramos um Simulador de Rendimentos, hoje mostraremos um gráfico comparativo entre rentabilidades dos títulos públicos em relação a poupança, índices de inflação e CDI.

Clique para Ampliar

Este gráfico foi gerado no site Investindo no Tesouro onde é possível também tirar algumas dúvidas e trocar conhecimentos no fórum. Recomendo.

OBS: Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

Devolver



Hoje iniciamos um novo tema, onde sempre que possível apresentaremos algum artigo.
Trata-se do ato de devolver, devolver a sociedade o bem que recebemos, devolver a graça, a sorte que temos de ter saúde, ter condições financeiras, termos uma moradia, temos alimentação, cobertor, termos companhia, termos uma situação que nos permite ter uma boa qualidade de vida.

Estamos falando de solidariedade.

Não podemos sonhar nossos sonhos de prazer pessoal e esquecermos sonhos de criar um melhor ambiente para todos, para nós, para os mais velhos, para os nossos filhos, para quem está necessitando.
Se estamos em busca de uma melhora de vida, de uma independência financeira, termos mais dinheiro, nem por isso nos tornaremos pessoais más (mentalidade brasileira de que o rico é mau). O dinheiro apenas irá acentuar o que já somos, ou seja, se somos ruins hoje acentuaremos este lado ruim, mas se somos bons hoje, seremos pessoas melhores.
Inclua no seu plano de independência financeira um plano solidário, uma participação maior na solidariedade, uma ajuda maior a quem precisa.
Vale lembrar que assim como você não esperou primeiro ficar rico para então começar a investir, também não espere ficar rico para então começar a ajudar o próximo, comece hoje, lembre que o pouco que você tem pode ser muito para quem não tem nada.

Há muitas formas de ajudar, temos muito o que doar, doe carinho, visite um asilo, doe tempo, doe sua alegria, doe dinheiro, compre produtos solidários, compre camisetas, cartões de natal, pegue uma cartinha dos correios no natal, doe sangue, doe o seu conhecimento.
Leve o seu plano solidário a sério, crie metas, comprometa-se, acompanhe a sua evolução, envolva as pessoas ao seu lado. Devolva!

Aprendendo a Investir em Ações: Home Broker


- O que é Home Broker
Home Broker é o sistema que as corretoras, devidamente autorizadas, usam para permitir que seus clientes operem na Bovespa realizando compras e vendas de ações e opções via internet. O home broker de cada corretora está interligado ao sistema da Bovespa.

Esta nova tecnologia trouxe uma série de vantagens e conquistou investidores potenciais que antes eram excluídos do mercado acionário, devido ao alto custo e a falta de interesse das corretoras no pequeno investidor. A única condição necessária para operar o home broker é uma linha telefônica e um microcomputador. Através do site das corretoras, o investidor pode acompanhar sua carteira, visualizar cotações e enviar ordens.

O que diferencia uma corretora das demais é o conteúdo e qualidade do site e a criatividade em desenvolver novos serviços como análises, notícias, disponibilidade de informações e, é claro, o preço das corretagens. Outro ponto essencial é o suporte dado ao cliente, uma vez que as dúvidas costumam ser muitas.
Segue a imagem de um Home Broker

Clique para Ampliar

- O que é o After Market?
O After Market é a sessão de negociação noturna da Bovespa, exclusivamente para o pregão eletrônico, ou seja, somente são aceitas ordens incluídas via mesa de operação ou internet.
Existem algumas regras para as negociações no After Market:

- São permitidas somente operações no mercado a vista;
- São permitidas somente operações com as ações negociadas durante o pregão regular do dia;
- A oscilação máxima permitida é de 2% em relação ao preço de fechamento no pregão regular;
- A quantidade máxima de ações negociada é limitada a metade da média nacional de negociação, dos últimos 30 dias, para cada ativo. Algumas ações possuem quantidade máxima diferenciada. Após o fechamento do pregão regular, a Bovespa informa essas quantidades. Essa informação está disponível nas notícias da Bovespa;
- Não é permitido o cancelamento de ordens cuja ação não apresentou negociação no pregão regular;

As ordens enviadas durante o pregão regular, que permanecerem em aberto, continuam válidas no After Market.

- O que é o Índice Bovespa ou IBOVESPA?
O IBOVESPA é o índice que acompanha a evolução média das cotações da Bolsa de Valores de São Paulo. Mede a lucratividade da carteira das principais ações negociadas na BOVESPA. A carteira teórica é integrada pelas ações que em conjunto, representam 80% do volume transacionado à vista nos doze meses anteriores à formação da carteira, e para que a sua representatividade se mantenha ao longo do tempo, é feita uma reavaliação quadrimestral.

- O que é Liquidez?
Liquidez é a capacidade que um ativo tem de se converter em moeda. A liquidez absoluta só é conferida ao papel-moeda, todos os outros títulos tendo liquidez inferior, que varia conforme o mercado e a conjuntura econômica do momento. Ou seja, liquidez é a facilidade com que você consegue vender um ativo e transformá-lo em dinheiro.

- O que são Blue Chips?
É um termo originalmente utilizado no jogo de Poker, onde as "Blue Chips" são as fichas mais valiosas, e em geral este é um termo utilizado para fazer referência às ações das maiores e consistentemente lucrativas corporações.

- O que é Day Trade?
É uma operação de compra ou venda de ações ou opções de uma mesma empresa, na mesma quantidade, no mesmo dia, pelo mesmo cliente e pela mesma corretora de valores. A finalidade desta operação é obter um certo lucro durante o dia.

Ficou com Dúvidas? Pergunte! Deixe seu comentário!

Livro: Casais Inteligentes Enriquecem Juntos


Compre pelo Submarino

Por Gustavo Cerbasi.

Um dos maiores detonadores de brigas entre o casal são as dificuldades financeiras. Faltou dinheiro para pagar as contas? A culpa recai sobre o parceiro esbanjador, que não quer nem saber se havia saldo no banco na hora de fazer alguma compra. Sobrou dinheiro no fim do mês? Em vez de comemorar, o casal pode arranjar mais um motivo de discussão sobre como investir ou gastar aquela quantia.

Para Gustavo Cerbasi, a causa desses desentendimentos é a falta de conversa em família sobre dinheiro. Em geral o casal só fala sobre o assunto quando a bomba já estourou. E, como não discute a questão a dois, a maioria não faz um orçamento, não guarda dinheiro para atingir suas metas (ou, pior ainda, cada um tem seu objetivo, que o outro não conhece), não tem planos para a manutenção de seu padrão de vida no futuro, toma decisões de compra sem refletir, investe mal o dinheiro que eles suaram tanto para ganhar...

Tem jeito? Sim, é possível mudar esse quadro se houver vontade e compromisso do casal, seja qual for seu orçamento. Com sugestões para casais em qualquer fase do relacionamento, dos namorados aos casais com filhos adultos, Casais inteligentes enriquecem juntos mostra diferentes estratégias para formar uma parceria inteligente, ao longo da vida, na administração das finanças da família. Ele traz também testes que avaliam a capacidade do casal em construir riqueza.

E com isso vai até sobrar dinheiro para dar uma incrementada no relacionamento!

Feliz Ano Novo! (Sim estamos em Maio e não em Janeiro)



Lembra das promessas feitas na virada do ano? Neste novo ano eu irei parar de fumar, neste novo ano eliminarei minhas dividas, começarei a fazer academia, pois então seja bem vindo a 2009. O ano começa agora em maio, sim em maio, não em janeiro.

Vou explicar, de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), o contribuinte trabalha, em média, 148 dias por ano apenas para pagar impostos. Ou seja, dos 12 meses do ano, o cidadão tem que trabalhar quatro meses e 27 dias para pagar os tributos exigidos pelos governos federal, estadual e municipal.

Com isso volto a dizer o ano começou agora, os 5 meses anteriores serviram para pagar os impostos e a partir de agora você realmente está trabalhando para você.

Calma, nem tudo são flores. No resto do ano, tudo que entra na conta é gasto com os mesmos serviços essenciais a que todo brasileiro deveria ter acesso - como saúde, educação e segurança - na rede particular. Quem pode paga, mas a maioria tem mesmo que enfrentar um tormento diário. Na saúde, então, os gastos são surpreendentes.

Dados do IBGE mostram que o contribuinte de classe média gasta mais com saúde do que o governo. Em 2005, foram R$ 103 bilhões com consultas, exames e remédios. O setor público investiu R$ 66 bilhões em hospitais e atendimento.

"Após pagar todos os tributos, essa classe média tem que trabalhar para comprar serviços privados em substituição aos serviços públicos: segurança privada, educação privada, previdência privada, saúde privada. Isso também consome uma parcela significativa da renda da classe média", explica Gilberto Amaral, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).

Com tudo isso só me resta dizer "Feliz Ano Novo!"

Fundos com Taxa de Administração Acima de 1% Perdem para a Poupança



SÃO PAULO - Os cortes promovidos na Selic têm diminuído cada vez mais a diferença de rentabilidade entre poupança e fundos de renda fixa. Depois da última redução realizada pelo Copom (Comitê de Política Monetária), de 11,25% ao ano para 10,25% ao ano, apenas os fundos com taxa de administração abaixo de 1% se tornaram mais atrativos que as cadernetas.

Os dados são de estudo realizado pelo professor e economista José Dutra Sobrinho. O cálculo levou em consideração as taxas de rendimento ao mês com média de 21 dias úteis. No caso dos fundos de investimento, foi considerada uma alíquota do Imposto de Renda na ordem de 20%.

Com a Selic a 10,25% ao ano, a rentabilidade da poupança fica a 0,5752%. Os fundos de renda fixa com taxa de administração de 0,5% rendem 0,6197%, enquanto aqueles com taxa de 1% rendem 0,5863%. Com taxa a 1,5%, o fundo perde para a poupança, já que fica a 0,5531%.

"Para taxas de administração superiores a 1%, já temos problemas para quem tem fundos", explicou o professor, que ainda disse que essa cobrança é calculada diariamente pelas administradoras dos fundos.

Acesso
O problema é que o investidor que tem acesso a taxas de administração de 1% ou 0,5% são aqueles que aplicam grandes quantias (R$ 100 mil ou R$ 200 mil), enquanto que os investidores com quantia baixa acabam sofrendo com as altas taxas.

Para se ter uma ideia, para a Selic ainda a 10,25% ao ano, o rendimento do fundo de renda fixa cai de 0,6197% para taxa de administração de 0,5% para 0,3892% para uma taxa de administração de 4%.

E a expectativa é de que esse cenário piore. Isso porque, para estimular a economia em tempos de crise, o que se espera é que o Copom continue a reduzir a Selic. A taxa a um patamar de 9,50% ao ano refletiria em uma poupança a 0,5564% ao mês. Então, somente os fundos com taxa de administração de até 0,5% compensariam. "Mas esses são somente para os clientes VIPs", afirmou Dutra.

A poupança rende 0,5% ao mês mais a TR (taxa referencial), sendo que esta última também varia com as oscilações da Selic.

Mudanças
É exatamente pelo fato de a poupança estar rendendo mais do que os fundos de renda fixa que o governo estuda realizar mudanças no cálculo das cadernetas.

A preocupação maior é que esses fundos de renda fixa estão atrelados a títulos públicos federais, então o que o governo está querendo é criar estímulos para que haja uma manutenção de investimentos em tais fundos.

Nesta segunda-feira (4), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que não há data para saírem as novas regras da poupança. Porém, ele explicou que os poupadores não precisam ficar preocupados com as modificações.

"Todos que estão na poupança continuarão tendo a mesma garantia, poderão colocar e retirar na hora que quiser e continuarão tendo rendimento. A poupança continuará sendo a aplicação mais garantida, mais sólida e vai continuar tendo um dos melhores rendimentos", afirmou, segundo a Agência Brasil.

Comportamento
Como para as próximas reuniões do Copom são esperados novos cortes na taxa básica de juro, o que colocará em xeque até mesmo a rentabilidade dos investimentos mais conservadores, inclusive a poupança, o investidor deve analisar melhor sua exposição ao risco, em busca de ganhos maiores.

De acordo com o gerente de Investimentos do Banco Real, Felipe Vaz, por causa das reduções que estão sendo feitas na Selic, já é possível analisar esse movimento de pessoas escolhendo aplicações com maior risco, como as multimercado e a renda variável.

Então, a dica que ele deixa para o poupador, neste momento, é tentar buscar mais rentabilidade, se tiver um prazo de mais de um ano. "A pessoa tem de rever sua carteira, dar uma olhada nos objetivos e analisar se tolera mais risco".
Fonte: Infomoney

Petrobras Inicia uma Nova Era



O presidente Lula afirmou que esse é um momento muito importante para o Brasil e que, a partir de agora, o país cria um novo capítulo para a história do Brasil, um marco regulatório como fizeram os países que encontraram grandes reservas.

A Petrobras iniciou no dia 1º de maio (sexta-feira), a produção de óleo no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos.

O primeiro óleo de Tupi foi retirado na presença do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, de toda a diretoria da Companhia, e de representantes dos sócios no bloco exploratório, BG e Galp Energia. Pela manhã, em dois helicópteros, os executivos visitaram o navio-plataforma FPSO BW Cidade de São Vicente, onde foi retirada amostra do petróleo da região do pré-sal. À tarde, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, a amostra de óleo foi entregue solenemente ao presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do governador Sérgio Cabral Filho, o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico e da Casa Civil, Julio Bueno e Regis Fichtner, além das primeiras-damas do País e do Estado, Marisa Letícia e Adriana Ancelmo Cabral.

As duas solenidades, na plataforma e na Marina da Glória, marcaram o início do desenvolvimento da maior jazida de petróleo já descoberta pela Petrobras no Brasil, se confirmadas as expectativas. Tupi tem volume de óleo equivalente (petróleo e gás) recuperável estimado entre 5 e 8 bilhões de barris.

O FPSO BW Cidade de São Vicente, que operará no Teste de Longa Duração (TLD) de Tupi, tem capacidade para processar diariamente 30 mil barris de petróleo e ficará ancorado em águas ultraprofundas (2.140 m de profundidade).

Segundo a Petrobras, foi dada partida no TLD de Tupi que, ao longo de 15 meses, recolherá informações técnicas para o desenvolvimento dos reservatórios descobertos pela empresa na Bacia de Santos. Essas informações serão decisivas não só para definir o modelo de desenvolvimento da área de Tupi, como também das outras acumulações do pré-sal daquela bacia sedimentar, que configuram uma das maiores descobertas já feitas pela indústria do petróleo.

“Com o início do TLD de Tupi a Petrobras inaugura o desenvolvimento de uma nova fronteira exploratória, constituída por reservatórios de petróleo em rochas carbonáticas do tipo microbiais, localizados a cerca de cinco mil metros de profundidade a partir do leito marinho e sob lâmina d'água de mais de dois mil metros. Um desafio tecnológico inédito, não só por exigir a construção de poços que atravessarão cerca de dois mil metros de sal, como também reservatórios formados por rochas ainda pouco conhecidas na indústria. Além disso, são jazidas localizadas a grande distância da costa. Isso exigirá novo e complexo modelo logístico para transporte de pessoas e equipamentos, assim como para armazenamento e escoamento da produção.

A importância do TLD - A área de Tupi, que acumula óleo de médio a leve de boa qualidade (28º API), é o ponto de partida para que se conheça melhor o pré-sal. Ela subsidiará o corpo técnico da Petrobras para os futuros projetos de desenvolvimento da produção dessa gigantesca província, descoberta depois que, em 2003, a Petrobras diversificou seus trabalhos exploratórios em mar para norte e sul do núcleo central da Bacia de Campos.

No TLD inaugurado agora serão analisadas diversas características do pré-sal, como: o comportamento dos reservatórios em produção de longo prazo; a movimentação ou drenagem dos fluidos durante a produção; o escoamento submarino; além de estudos para a melhor geometria dos poços definitivos, que poderão ser verticais, horizontais e/ou desviados.

O TLD de Tupi também proverá os profissionais da Petrobras com informações sobre os reservatórios de petróleo carbonáticos encontrados no pré-sal, que são rochas de origem microbial, inéditas nessas condições. Será mais um passo tecnológico. Em março último, a empresa inaugurou, na indústria, a produção em reservatórios carbonáticos em águas profundas, no campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos. Em Tupi esse feito terá de ser repetido, mas em águas ultraprofundas e em condições ainda mais complexas.

O teste é mais uma etapa dos estudos que a Empresa vem desenvolvendo sobre o pré-sal. No ano passado, a Petrobras colocou em produção o primeiro poço da camada pré-sal, apenas dois anos após a descoberta da nova província exploratória. O primeiro óleo do pré-sal, extraído no campo de Jubarte, serviu de projeto piloto e fonte de informações para mostrar o que deveria ser feito em Tupi. As diferenças entre os dois campos estão relacionadas basicamente à profundidade (menor que 1.500m na Bacia do Espírito Santo e maior que 2.000m na Bacia de Santos), profundidade do reservatório e, principalmente, à cobertura de sal. Em Jubarte a espessura da camada de sal é de menos de 300m, em Tupi é de 2.000m. A distância da costa também mostra que o desafio em Tupi é maior. Jubarte está bem mais próximo da linha da costa, a 77 km, contra os 290 km de Tupi.

O FPSO instalado para o TLD estará ligado a dois poços, um de cada vez, por aproximadamente seis meses cada um. O tempo restante será para remanejamento das linhas de produção e análises complementares.

No final de 2010, concluído o TLD, entrará em operação o Projeto-Piloto de Tupi, que terá capacidade para produzir e processar diariamente 100 mil barris de óleo e 4 milhões de metros cúbicos de gás. O primeiro módulo definitivo do projeto de desenvolvimento da área poderá ser uma extensão do projeto-piloto”, destacou a Companhia.

O presidente Lula afirmou que esse é um momento muito importante para o Brasil e que, a partir de agora, o país cria um novo capítulo para a história do Brasil, um marco regulatório como fizeram os países que encontraram grandes reservas.

“Esse país tem grandeza e dimensão para mudar. É uma nova era, não sabemos tudo que tem lá em baixo, é a segunda independência do Brasil” frisou o presidente durante discurso na Marina da Glória, Rio de Janeiro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que pediu pressa aos integrantes da comissão interministerial encarregada de elaborar o novo marco regulatório do petróleo. Segundo Lula, o objetivo é submeter rapidamente o documento à sociedade e ao Congresso Nacional.

“Tem uma comissão que está cuidado disso. Ontem conversei com a ministra Dilma [Dilma Rousseff, da Casa Civil] e o ministro Mantega [Guido Mantega, da Fazenda] e disse que quero rapidez nesse marco regulatório para começar o debate com o Congresso Nacional e a sociedade brasileira”.

Questionado sobre a criação de uma estatal para gerir o pré-sal, o presidente preferiu não comentar o assunto. “Não me pergunte o que vai ser, porque nós não aprovamos o marco. Se eu disser que é uma tendência [criar a estatal], a manchete [dos jornais] de amanhã será: presidente diz que terá uma nova empresa'”, afirmou.

A ministra Dilma Rousseff disse que o novo marco regulatório será divulgado ainda neste semestre. Segundo ela, as avaliações e as propostas para a nova lei do petróleo estão prontas e agora só falta a redação final sobre a melhor maneira de definir as regras para as licitações das áreas exploratórias.

Durante discurso para mais de mil pessoas no auditório da nova unidade da Rede Sarah, na Barra da Tijuca, Lula disse que o petróleo deverá ser usado para financiar o combate a problemas “crônicos” do país. De acordo com o presidente, essa será uma tarefa para os próximos governos.

“Vamos fazer uma nova regulamentação para o petróleo e eu já disse que com uma parte desse petróleo vamos acabar com dois problemas crônicos desse país. Não serei eu, porque não vai dar tempo no meu governo. Mas alguém vai ter que acabar com a fome definitivamente. A outra parte é para investir na educação”, determinou.

A Petrobras tem sido uma das grandes fomentadoras do desenvolvimento brasileiro, sobretudo aqui no Rio de Janeiro. Agradeço em nome de todos os habitantes do nosso estado – destacou o governador Sérgio Cabral.

Fonte: Portal Fator Brasil